15 séries de fantasia que marcaram a televisão: ranking detalhado do 15º ao 1º lugar

15 séries de fantasia que marcaram a televisão: ranking detalhado do 15º ao 1º lugar

A produção televisiva voltada à fantasia evoluiu intensamente nas últimas décadas, alcançando tanto fãs dedicados quanto um público mais amplo. Uma lista recém-divulgada selecionou quinze títulos que, cada um à sua maneira, definiram padrões de criatividade, narrativa e alcance popular. A relação percorre obras lançadas entre 1964 e 2025, destacando tramas sobre feiticeiros, caçadores de monstros, vampiros, viagens no tempo e mundos animados. A seguir, o ranking detalhado, do 15º ao 1º colocado, com os principais elementos que justificam a presença de cada produção entre as melhores já feitas no gênero.

Índice

15º – Merlin (2008-2012)

Ambientada em Camelot, a série reimaginou a lenda arturiana sob o ponto de vista da juventude de Merlin e Arthur. O feiticeiro, interpretado por Colin Morgan, chega ao reino e, longe de ocupar uma torre de sabedoria, torna-se servo do príncipe vivido por Bradley James. A produção britânica combinou ação, humor e drama direcionados à família, assumindo efeitos visuais modestos em comparação com superproduções posteriores. Criada por Julian Jones, Jake Michie, Johnny Capps e Julian Murphy, a narrativa introduziu personagens clássicos como Morgana (Katie McGrath) e Guinevere (Angel Coulby), ambos decisivos na ascensão de Arthur ao trono. Mesmo com CGI ocasionalmente questionável, a ambição de contar uma “origem estilo Smallville” garantiu lugar de destaque.

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14º – Xena: Warrior Princess (1995-2001)

Derivada de Hercules: The Legendary Journeys, a atração estrelada por Lucy Lawless ultrapassou a obra-mãe em repercussão. Inicialmente vilã, Xena busca redenção após um passado violento. Armada com o inconfundível chakram e acompanhada da parceira Gabrielle (Renee O’Connor), a heroína encara deuses e criaturas míticas em jornadas recheadas de humor irreverente. A abordagem leve e efeitos datados não diminuíram o impacto cultural de uma das primeiras protagonistas de ação de grande apelo na televisão.

13º – The Witcher (2019-Presente)

A adaptação dos romances de Andrzej Sapkowski e do popular jogo eletrônico colocou Henry Cavill no papel de Geralt de Rívia, caçador geneticamente aprimorado que percorre o Continente exterminando monstros. Após uma temporada inicial fiel ao material original, o roteiro desviou de certas linhas narrativas, deslocando o protagonista para o segundo plano. A mudança antecedeu a saída de Cavill e a confirmação de Liam Hemsworth para o quarto ano da série. Mesmo assim, o programa se destacou por cenários elaborados, uso de efeitos práticos, coreografias de lutas e trilha sonora assinada por Sonya Belousova e Giona Ostinelli.

12º – The Addams Family (1964-1966)

Inspirada nos cartuns de Charles Addams, a sitcom apresentou ao grande público um clã “macabro, sinistro e assustadoramente divertido”. Carolyn Jones e John Astin lideraram o elenco como Mortícia e Gomez, pais de uma família cujo deleite por cemitérios e instrumentos de tortura contrastava com a vida suburbana ao redor. A crítica social embutida, temperada com humor negro e gag visual, fomentou franquias cinematográficas, musical da Broadway e, décadas depois, um derivado centrado em Wednesday.

11º – True Blood (2008-2014)

Em um mundo onde vampiros podem sobreviver graças a um sangue sintético, a série da HBO mergulhou em temas de preconceito, sexualidade e direitos civis. A história parte da garçonete telepata Sookie Stackhouse (Anna Paquin), que se apaixona pelo vampiro Bill Compton (Stephen Moyer). Elementos góticos e melodramáticos convivem com figuras complexas, como Eric Northman (Alexander Skarsgård). Apesar de certa perda de rumo nas últimas temporadas, o programa mesclou romance e questões sociais em ambiente sobrenatural.

10º – Faerie Tale Theatre (1982-1987)

Produzido e apresentado por Shelley Duvall, o seriado antológico trouxe adaptações independentes de contos de fadas, cada qual estrelada por nomes consagrados de Hollywood. Entre os destaques, Robin Williams vestiu figurino de sapo em “The Tale of the Frog Prince”, e Vanessa Redgrave integrou uma versão sombria de “Snow White”. Exibida em canais como Disney Channel e PBS, a produção serviu como porta de entrada para narrativas fantásticas a uma geração inteira de espectadores.

9º – The Magicians (2015-2020)

Baseada nos livros de Lev Grossman, a trama acompanha Quentin Coldwater (Jason Ralph) e colegas na Brakebills College for Magical Pedagogy. A princípio comparada à saga de um famoso bruxo adolescente, rapidamente assumiu tom adulto e sarcástico. Os protagonistas são assumidamente falhos: Quentin enfrenta depressão, Alice (Olivia Taylor Dudley) exibe arrogância, Julia (Stella Maeve) age de forma impulsiva e Eliot (Hale Appleman) se esconde atrás do cinismo. Os conflitos pessoais impulsionam duelos, monstros e reviravoltas que alternam humor ácido e tragédia pesada.

8º – Amazing Stories (1985-1987)

Idealizada por Steven Spielberg, a coletânea de episódios independentes apresentou aventuras imaginativas com orçamentos dignos de cinema. O próprio Spielberg dirigiu “The Mission”, protagonizado por Kevin Costner e Casey Siemaszko, sobre pilotos da Segunda Guerra em avião avariado. Outros realizadores de peso — Robert Zemeckis, Clint Eastwood, Martin Scorsese, Brad Bird e Joe Dante — também assinaram capítulos. Apesar de apenas duas temporadas, a ousadia abriu caminho para antologias como Tales from the Crypt.

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Imagem: Internet

7º – Charmed (1998-2006)

Durante oito temporadas, as irmãs Halliwell combateram demônios em São Francisco enquanto equilibravam vida amorosa e carreira. Prue (Shannen Doherty), Piper (Holly Marie Combs), Phoebe (Alyssa Milano) e, mais tarde, Paige (Rose McGowan) sustentaram formato que intercalava ameaças semanais e histórias longas. Críticas à qualidade dos efeitos não impediram a atração de se fixar na cultura pop como ponte entre o colorido dos anos 1990 e o tom mais sombrio do início dos anos 2000.

6º – Attack on Titan (2013-2023)

O anime apresenta humanidade acuada por Titãs gigantescos — seres humanos transformados por injeção especial, com o corpo original aprisionado na nuca da criatura. A principal linha de defesa, o equipamento de mobilidade tridimensional, permite que soldados se lancem pelo ar para atingir o ponto fraco dos inimigos. Entre os personagens centrais estão Eren Yeager, Mikasa Ackerman, Armin Arlert e Levi Ackerman, cuja luta pela sobrevivência revela segredos sobre a própria origem dos monstros e o destino do mundo.

5º – Game of Thrones (2011-2019)

Com cenários grandiosos, violência explícita e manobras políticas, a adaptação dos livros de George R. R. Martin dominou a TV por quase uma década. Momentos como a execução de Ned Stark, o Casamento Vermelho, a jornada de Jon Snow e a ascensão de Daenerys Targaryen tornaram-se ícones culturais. Embora as três temporadas finais tenham decepcionado parte do público, as cinco primeiras elevaram a série ao patamar de fenômeno global.

4º – Outlander (2014-2025)

A fusão de fantasia e romance histórico acompanha a enfermeira da Segunda Guerra Mundial Claire Randall (Caitríona Balfe), transportada ao século XVIII na Escócia. Ali, envolve-se politicamente e desenvolve relação profunda com Jamie Fraser (Sam Heughan). A narrativa utiliza a viagem temporal para explorar eventos como a Revolta Jacobita e a formação da América colonial. Tobias Menzies, Sophie Skelton e Richard Rankin compõem o elenco de apoio. Fotografia detalhada e compromisso com autenticidade mantêm a base de fãs fiel.

3º – Supernatural (2005-2020)

Com 15 temporadas e 327 episódios, o drama da CW tornou-se a série de fantasia live-action mais longeva dos Estados Unidos. Sam (Jared Padalecki) e Dean Winchester (Jensen Ackles) percorrem estradas no Chevrolet Impala de 1967, enfrentando fantasmas, demônios e vampiros. A busca inicial pelo pai desaparecido e pela vingança da morte da mãe evolui para confrontos contra Lúcifer, a personificação da Morte, universos alternativos e até Deus. Orçamento modesto exigiu criatividade na ambientação, resultando em atmosfera sombria que consolidou a identidade do programa.

2º – Avatar: The Last Airbender (2005-2008)

A animação da Nickelodeon situa-se em um mundo dividido em quatro nações — Água, Terra, Fogo e Ar — onde determinados indivíduos controlam elementos por meio de “dobras”. Aang, último dominador do ar e Avatar responsável por equilibrar o planeta, desperta após cem anos e precisa aprender a dominar os quatro elementos para deter o Senhor do Fogo Ozai. Ele conta com a ajuda de Katara, Sokka, Toph e Zuko. A série equilibra ação vibrante, questionamentos morais e desenvolvimento emocional, conquistando posição de destaque na história da televisão animada.

1º – Buffy the Vampire Slayer (1997-2003)

Encabeçando o ranking, a série apresenta Buffy Summers (Sarah Michelle Gellar), adolescente que divide preocupações escolares com a responsabilidade de eliminar ameaças sobrenaturais. O núcleo de apoio — Willow, Xander, Giles, Spike e Anya — contribui para enfrentar vampiros, entidades cósmicas, políticos corruptos e híbridos ciborgue-demônio. Ao longo de sete temporadas, Buffy amadurece de caçadora relutante para líder experiente, influenciando diversas obras posteriores. O formato que mistura fantasia, horror, drama e humor consolidou o legado do programa como marco da TV moderna.

OrganizaSimples

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe. Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.

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