Catálogo Refinado: conheça as 20 séries imperdíveis que já estão disponíveis no Peacock

Lançado em julho de 2020, o Peacock consolidou-se como um dos serviços de streaming mais prolíficos dos últimos anos. Hoje, ultrapassa 41 milhões de assinantes ao redor do planeta e exibe um acervo que mistura produções originais, clássicos de catálogo e sucessos recentes. A seguir, apresentamos 20 séries que ilustram a variedade do conteúdo disponível – um recorte que contempla dramas policiais, comédias, reality shows, thrillers e ficção científica. Cada título reúne razões específicas para entrar na sua próxima maratona.
- Homicide: Life on the Street
- Law & Order: Special Victims Unit
- The Office
- 30 Rock
- Parks and Recreation
- Brooklyn Nine-Nine
- Mr. Mercedes
- Yellowstone
- Resident Alien
- Chucky
- Bel-Air
- Poker Face
- The Traitors
- Mrs. Davis
- Twisted Metal
- Fight Night: The Million Dollar Heist
- The Day of the Jackal
- The Paper
- Devil in Disguise: John Wayne Gacy
- Long Bright River
Homicide: Life on the Street
Quem: detetives da unidade de crimes hediondos de Baltimore, interpretados por um elenco que inclui Yaphet Kotto e Andre Braugher. O que: um olhar cru sobre homicídios rotineiros em bairros violentos. Quando: a série estreou em 1993. Onde: bairros mais perigosos de Baltimore. Como: baseada no livro de David Simon, a produção adota tom sombrio e realista, incomum para a TV da época. Por quê: seu impacto foi tão duradouro que, após anos fora do ar, o retorno exclusivo ao Peacock virou acontecimento para fãs de dramas de investigação.
Além de influenciar inúmeros procedurais posteriores, o seriado tornou-se referência por exibir a exaustão psicológica dos policiais diante de crimes bárbaros. Essa abordagem, somada ao desempenho do elenco, justifica o status de “clássico obrigatório”.
Law & Order: Special Victims Unit
Quem: Olivia Benson (Mariska Hargitay) e, rotativamente, parceiros como Elliot Stabler (Christopher Meloni). O que: investigações de crimes sexuais em Nova York. Quando: no ar desde 1999, ultrapassando duas décadas. Onde: delegacia especializada da NYPD. Como: roteiros que alternam equipes, mantendo a energia viva. Por quê: o foco restrito a delitos de ordem sexual oferece identidade própria dentro da franquia “Law & Order”.
O formato híbrido, que combina elenco fixo com entradas pontuais de novos detetives, impede desgaste narrativo. O carisma de Hargitay sustenta o centro moral da história, consolidando “SVU” como métrica de qualidade para séries de rede aberta.
The Office
Quem: funcionários da Dunder Mifflin em Scranton, liderados por Michael Scott (Steve Carell). O que: rotina de um escritório registrada por equipe documental fictícia. Quando: versão norte-americana iniciada em 2005. Onde: Pensilvânia, EUA. Como: humor constrangedor e uso de câmera tremida em estilo mockumentary. Por quê: a segunda temporada consolidou ritmo, romance entre Jim (John Krasinski) e Pam (Jenna Fischer), e um raro equilíbrio entre sátira corporativa e afeto genuíno.
Graças à integração do elenco, a série transcende a premissa de escritório e torna-se estudo de personagens cativantes, ideal para rever em sequência no Peacock.
30 Rock
Quem: Liz Lemon (Tina Fey), Jack Donaghy (Alec Baldwin) e o elenco de “TGS”. O que: bastidores de um programa de esquetes na televisão. Quando: estreou em 2006. Onde: 30 Rockefeller Plaza, Nova York. Como: piadas aceleradas, metalinguagem sobre a própria indústria televisiva. Por quê: evolui de comédia de local de trabalho para humor surreal, com Tracy Morgan e Jane Krakowski elevando o absurdo a outro patamar.
O resultado é uma das séries que mais acumulam gags por minuto, mantendo relevância anos após o final graças ao diálogo afiado e ao timing singular do elenco.
Parks and Recreation
Quem: Leslie Knope (Amy Poehler) e equipe do Departamento de Parques de Pawnee. O que: desafios da gestão pública municipal. Quando: lançada em 2009. Onde: Pawnee, Indiana. Como: mockumentary que encontrou estilo próprio na segunda temporada. Por quê: mistura crítica a burocracias com otimismo inabalável da protagonista.
A comicidade emerge de figuras marcantes – Nick Offerman, Aubrey Plaza, Chris Pratt e outros – enquanto a série defende o serviço público e celebra a comunidade.
Brooklyn Nine-Nine
Quem: Jake Peralta (Andy Samberg), capitão Raymond Holt (Andre Braugher) e todo o 99º distrito. O que: comédia policial que lida com crimes e convivência na delegacia. Quando: oito temporadas. Onde: Brooklyn, Nova York. Como: humor rápido, “cold opens” virais e ensemble afiado. Por quê: equilibra investigações com amizades e romances, mantendo consistência do início ao fim.
A alternância de registros, do escracho à seriedade ocasional, sustenta a maratona sem perder a leveza característica.
Mr. Mercedes
Quem: Bill Hodges (Brendan Gleeson) e Brady Hartsfield (Harry Treadaway). O que: jogo de gato e rato entre ex-detetive e assassino em série. Quando: série de 2017, baseada em trilogia de Stephen King. Onde: cidade não especificada, cenário de um atropelamento em massa em feira de empregos. Como: suspense ancorado em diálogos intensos e traumas reprimidos. Por quê: desenvolve tensão psicológica rara em adaptações televisivas de King.
Com três temporadas, o título oferece trama fechada e reviravoltas impactantes, sempre sustentadas pelo confronto verbal entre Gleeson e Treadaway.
Yellowstone
Quem: família Dutton, liderada por John Dutton (Kevin Costner). O que: disputa por terras envolvendo fazendeiros, políticos e empresários. Quando: criada em 2018 por Taylor Sheridan. Onde: maior fazenda de gado de Montana. Como: mistura melodrama familiar e estética de faroeste moderno. Por quê: personagens impetuosos, sobretudo Beth Dutton (Kelly Reilly), mantêm a narrativa incendiária.
A série transformou-se em franquia, mas o núcleo principal permanece um espetáculo de intrigas, alianças frágeis e paisagens grandiosas.
Resident Alien
Quem: alienígena disfarçado como Dr. Harry Vanderspeigle (Alan Tudyk) e a amiga Asta Twelvetrees (Sara Tomko). O que: plano para exterminar a humanidade que entra em conflito com afeto recém-descoberto. Quando: adaptação de 2021 do quadrinho de Peter Hogan e Steve Parkhouse. Onde: cidade fictícia de Patience, Colorado. Como: comédia e mistério, sob direção de Chris Sheridan. Por quê: Tudyk alterna trejeitos alienígenas e empatia humana, mantendo o público envolvido por quatro temporadas.
À medida que os laços entre personagens crescem, o seriado expande sua mitologia sem sacrificar o tom leve que o distingue.
Chucky
Quem: o boneco assassino dublado por Brad Dourif e o adolescente Jake Wheeler (Zackary Arthur). O que: continuação televisiva da franquia “Child’s Play”. Quando: série recente, com terceira temporada levando a carnificina à Casa Branca. Onde: de Hackensack, Nova Jersey, ao centro do poder político dos EUA. Como: supervisionada por Don Mancini, criador da saga. Por quê: preserva estilo irreverente, mortes inventivas e participações familiares aos fãs.
Mesmo para novos espectadores, a narrativa é acessível e mantém ritmo acelerado, fazendo jus à tradição slasher.
Bel-Air
Quem: Will Smith de West Philadelphia, agora vivido por Jabari Banks, e sua família de Bel-Air. O que: releitura dramática da sitcom dos anos 1990. Quando: produção original do Peacock. Onde: mansão californiana que contrasta com o passado do protagonista. Como: abordagem séria sobre choque cultural e tensões raciais. Por quê: cresce em qualidade ao equilibrar conflitos intensos com momentos de leveza, destacando Banks e Adrian Holmes (Tio Phil).

Imagem: Skip Bolen/Peacock
O coming-of-age revisita temas conhecidos sob ótica contemporânea, provando que premissa nostálgica pode render novos caminhos.
Poker Face
Quem: Charlie Cale (Natasha Lyonne), dotada de infalível detecção de mentiras. O que: fuga após tragédia em cassino e resolução itinerante de crimes. Quando: série criada por Rian Johnson. Onde: estradas norte-americanas a bordo de um Plymouth Barracuda. Como: roteiro afiado, autoconsciência de gênero investigativo. Por quê: mistura caso-da-semana com arco maior, exibindo versatilidade de Lyonne como atriz, roteirista e diretora.
Embora o Peacock tenha cancelado a produção, a temporada disponível mantém-se como vitrine para quem aprecia “whodunits” modernos.
The Traitors
Quem: competidores divididos entre Traitors e Faithful, sob comando de Alan Cumming. O que: reality de dedução inspirado no jogo “Werewolf”. Quando: formato atual, com versões de celebridades e futura edição civil na NBC. Onde: mansão isolada que serve de palco a conluios e banimentos. Como: disputas psicológicas, eliminações noturnas e reviravoltas diárias. Por quê: carisma de Cumming intensifica a atmosfera lúdica, enquanto personalidades prévias de reality shows elevam o drama.
Para o espectador, cada episódio funciona como enigma coletivo, provocando teorias sobre alianças e traições.
Mrs. Davis
Quem: Sister Simone (Betty Gilpin) versus a inteligência artificial homônima. O que: missão para recuperar o Santo Graal e libertar a humanidade. Quando: minissérie do Peacock. Onde: narrativa global, alternando mosteiros, desertos e metrópoles. Como: mistura ficção científica, aventura religiosa e humor excêntrico. Por quê: proposta ousada e atuação multifacetada de Gilpin oferecem experiência singular.
Com estrutura limitada, a obra condensa ideias sobre livre-arbítrio tecnológico e fé, mantendo tom de “viagem delirante” do primeiro ao último capítulo.
Twisted Metal
Quem: John Doe (Anthony Mackie) e Quiet (Stephanie Beatriz). O que: entrega arriscada em Estados Unidos pós-apocalípticos. Quando: adaptação televisiva de 2023, já renovada para segunda temporada. Onde: estradas dominadas por gangues motorizadas. Como: ação violenta temperada com humor negro. Por quê: a temporada seguinte introduz competição de demolição liderada pelo enigmático Calypso (Anthony Carrigan), ampliando as cenas de alto impacto.
Ao abraçar o exagero do videogame original, a série entrega entretenimento despretensioso, combinando corridas, explosões e piadas em igual medida.
Fight Night: The Million Dollar Heist
Quem: Cadillac Richie (Terrence Howard) e Chicken Man (Kevin Hart). O que: assalto ao after-party da luta de retorno de Muhammad Ali em 1970. Quando: minissérie de 2024. Onde: Atlanta, Geórgia. Como: intercala preparação do crime e ascensão de Chicken Man na criminalidade local. Por quê: além do suspense, oferece a Hart oportunidade de papel dramático mais complexo.
A ambientação de época contribui para realismo, afastando qualquer tom caricatural e reforçando a tensão entre honra, lealdade e sobrevivência.
The Day of the Jackal
Quem: assassino internacional conhecido como The Jackal (Eddie Redmayne) e a agente Bianca Pullman (Lashana Lynch). O que: perseguição após contrato incompleto na Alemanha. Quando: série de 2024 que reimagina o romance de 1971. Onde: várias cidades europeias. Como: ação precisa e flashbacks do passado militar do protagonista. Por quê: narrativa ágil, cenários globais e performance de Redmayne trazem frescor ao clássico de espionagem.
Cada episódio adiciona camadas ao jogo de caçador e presa, elevando stakes pessoais e geopolíticas simultaneamente.
The Paper
Quem: Ned Sampson (Domhnall Gleeson), Esmeralda Grand (Sabrina Impacciatore) e o contador Oscar Nuñez. O que: tentativa de revitalizar jornal local em Toledo, Ohio. Quando: spin-off ambientado no mesmo universo de “The Office”. Onde: redação em crise financeira. Como: mockumentary que adapta humor corporativo ao contexto jornalístico. Por quê: comprova que a fórmula pode se reinventar quando transplanta a satirização de rotina laboral para outro setor.
A presença de Nuñez conecta os fãs ao material original, mas os novos personagens e dilemas evitam repetição, gerando identidade própria.
Devil in Disguise: John Wayne Gacy
Quem: John Wayne Gacy (Michael Chernus) e familiares das vítimas. O que: relato dos assassinatos de dezenas de jovens em Illinois nos anos 1970. Quando: minissérie de 2025. Onde: subúrbios de Chicago e arredores. Como: foco no impacto humano, sem glamourizar o criminoso. Por quê: difere de outras obras true crime pela ênfase nas consequências para as famílias, mantendo abordagem respeitosa.
A estrutura evidencia falhas sistêmicas que permitiram a impunidade prolongada, transformando a produção em reflexão sobre justiça tardia.
Long Bright River
Quem: Mickey Fitzpatrick (Amanda Seyfried) e a irmã desaparecida, Kacey (Ashleigh Cummings). O que: investigação policial que se mistura a drama familiar e crise de dependência química. Quando: minissérie de 2025 adaptada por Liz Moore. Onde: bairro Kensington, Filadélfia. Como: narrativa que confronta violência urbana e abandono social. Por quê: converte o cenário em personagem vivo, evocando comparações com “The Wire”.
Seyfried entrega interpretação comedida, transmitindo determinação e fragilidade em meio à busca por respostas e à presença de um serial killer que paira sobre a comunidade.
Essas 20 produções exemplificam o compromisso do Peacock em oferecer um portfólio variado, que abrange apelo popular, relevância crítica e experimentação de formatos. Para quem busca qualidade, diversidade de gêneros e acessibilidade em um único serviço de streaming, a lista demonstra que opções não faltam.

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe.
Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.

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