A Knight of the Seven Kingdoms: Dunk encara Julgamento de Sete e conquista aliado improvável na véspera do confronto fatal

O novo capítulo de A Knight of the Seven Kingdoms, liberado pela HBO antes da final do futebol americano, conduz Ser Duncan, o Alto — conhecido como Dunk — da masmorra ao centro de um Julgamento de Sete, forma jurídica tão rara quanto mortal em Westeros. Na prática, o cavaleiro andante precisa juntar outros seis combatentes para enfrentar o mesmo número de oponentes liderados pelo príncipe Aerion Targaryen, tudo isso nas próximas horas e sob risco de mutilação caso fracasse.
- A Knight of the Seven Kingdoms: do tumulto com Aerion ao cárcere úmido
- A Knight of the Seven Kingdoms: a revelação de Egg aprofunda a crise
- Do encontro com Baelor ao Julgamento de Sete que define o destino de Dunk
- A Knight of the Seven Kingdoms: a corrida de Dunk para reunir seis cavaleiros aliados
- Traições, lealdades e o inesperado retorno de Baelor ao campo de justa
- O que aguardar do embate decisivo na manhã seguinte
A Knight of the Seven Kingdoms: do tumulto com Aerion ao cárcere úmido
Os problemas de Dunk começam no episódio anterior, quando ele intervém para proteger um grupo de marionetistas atacado por Aerion. A atitude provoca a ira do príncipe Targaryen e termina com o cavaleiro em uma cela abafada. Agora, isolado, ele aguarda uma sentença que pode incluir a perda de mão e pé, punição habitual para quem fere um neto de rei. A prisão, portanto, não é o fim, mas o prelúdio de um dilema maior: aceitar o castigo ou reivindicar seu direito de provar inocência com armas em punho.
A Knight of the Seven Kingdoms: a revelação de Egg aprofunda a crise
No calabouço, Dunk recebe visita de Aegon Targaryen — o jovem que se apresentou falsamente como Egg, seu escudeiro. Vestido com trajes nobres, o menino confessa ter omitido nome e linhagem. A justificativa dele é simples: deveria servir ao irmão Daeron durante o torneio, mas o primogênito preferiu esconder-se em uma estalagem, embriagado. Para Dunk, a explicação não ameniza a traição; a irritação do cavaleiro leva Egg às lágrimas e deixa o clima carregado antes do julgamento diante de outra figura da família real.
Do encontro com Baelor ao Julgamento de Sete que define o destino de Dunk
Escoltado até o salão de audiências, Dunk se vê diante do príncipe Baelor. O membro mais ponderado da dinastia confirma que Maekar — pai de Aerion, Egg e Daeron — já tem relato distorcido do caso. Segundo Daeron, bêbado, um “cavaleiro ladrão” raptou Aegon. Aerion, por sua vez, alega que a apresentação de marionetes encenou um dragão morto como insulto velado aos Targaryen. Embora Baelor enxergue as versões como falácias, ele aponta o obstáculo político: ferir um neto de rei é sempre grave.
Nesse ponto surge a pergunta-chave: “Quão bom cavaleiro você é, realmente?” — indagação de Baelor que oferece saída menos humilhante que amputação. Dunk então desafia Aerion a julgamento por combate. O príncipe não consegue recusar, mas escolhe a variação mais temida: o Julgamento de Sete, em que cada lado deve apresentar sete combatentes. A regra está nos estatutos de Westeros, embora quase nunca aplicada. Para Aerion, a escolha é estratégica; ele presume que o cavaleiro sem terras não encontrará tantos apoiadores até o amanhecer.
A Knight of the Seven Kingdoms: a corrida de Dunk para reunir seis cavaleiros aliados
De volta ao acampamento, Dunk tenta planejar o impossível. Raymun Fossoway lembra que armas de guerra — lanças, machados e mangual — são permitidas na modalidade, ampliando o risco. Entretanto, o primo de Raymun, Steffon Fossoway, sente indignação diante da crueldade de Aerion contra artistas indefesos e se oferece como primeiro campeão de Dunk. O gesto inspira otimismo momentâneo.
Logo depois Egg reaparece, oferecendo-se como escudeiro. Ele traz notícia sombria: Daeron e cavaleiros da Guarda Real lutarão por Aerion. Ainda assim, Egg promete procurar mais recrutas para Dunk, justificando a posição contrária ao próprio irmão pelas tendências sádicas de Aerion e pela convicção de que ele se imagina um dragão em forma humana.
Nesse ínterim, Daeron convida Dunk para conversa sob a chuva. O príncipe confessa ter visões e relata sonho no qual um dragão morto caía sobre o cavaleiro, mas Dunk permanecia vivo. A revelação une, por um instante, o embriagado herdeiro e o cavaleiro sem brasão na esperança comum de sobreviver ao amanhã.

Imagem: Steffan Hill
Antes de prosseguir, Dunk passa na oficina de Steely Pate e recebe o escudo que Tanselle, a marionetista, pintara com suas cores. A peça fora reforçada com material mais resistente, e a visão do brasão emociona o cavaleiro, lembrando-o dos ideais aprendidos com seu antigo mentor, Ser Arlen.
Traições, lealdades e o inesperado retorno de Baelor ao campo de justa
À noite, Steffon Fossoway reúne mais três nomes: Ser Robyn Rhysling, Ser Lyonel Baratheon e outro voluntário, totalizando cinco defensores ao lado de Dunk. Porém, nos momentos finais antes do duelo, Aerion também conta apenas cinco lutadores, situação que poderia adiar o embate. A tensão atinge novo pico quando Steffon muda de lado no último minuto, atraído pela promessa de um senhorio. A deserção deixa Dunk com quatro companheiros.
Raymun reage oferecendo-se para ocupar a vaga do primo, pedindo para ser armado cavaleiro. Dunk hesita diante da cerimônia apressada, mas Lyonel Baratheon recorda que “qualquer cavaleiro pode fazer outro cavaleiro” e resolve o impasse, conferindo o título a Raymun sob o som estridente das trombetas que anunciam o início do julgamento.
No terreno encharcado da justa, Dunk faz discurso ao público: menciona os ensinamentos de Ser Arlen, ressalta a obrigação de proteger inocentes e questiona se nenhum cavaleiro verdadeiro se erguerá. Inicialmente, há apenas silêncio, quebrado por um espectador que se ergue para soltar um sonoro flato, provocando gargalhadas e ampliando o desalento de Dunk.
Nesse ponto crítico, o som dos cascos interrompe a chacota: o próprio príncipe Baelor entra em campo, remove o elmo e declara apoio a Dunk. Maekar protesta lembrando que Dunk atacou seu filho, mas Baelor contrapõe que o hedge knight defendeu civis, tarefa essencial a qualquer homem armado. Com isso, a equipe de Dunk alcança o número exigido de sete combatentes.
O que aguardar do embate decisivo na manhã seguinte
Concluída a formação dos times, a luta fica marcada para a manhã seguinte, mantendo todos sob expectativa aguda. De um lado, Aerion Targaryen lidera cavaleiros da Guarda Real e o recém-convertido Steffon Fossoway; do outro, Dunk conta com Raymun, Lyonel Baratheon, Robyn Rhysling, mais dois voluntários e o peso simbólico de Baelor Targaryen, cuja presença confere legitimidade ao pleito. Armas de guerra estarão liberadas, e o primeiro movimento decidirá tanto inocência quanto integridade física dos participantes. A sequência dos fatos será revelada no próximo episódio, quando o Julgamento de Sete finalmente ocorrer.

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe.
Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.

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