Bad Bunny lidera agenda de shows em São Paulo com turnê “Debí Tirar Más Fotos” e ingressos quase esgotados

O universo musical de São Paulo retorna aos holofotes internacionais nesta semana, impulsionado pela chegada do porto-riquenho Bad Bunny com a turnê “Debí Tirar Más Fotos”. Os concertos do artista três vezes vencedor do Grammy, somados a apresentações de Macy Gray, Cjota, Jaloo, Joyce Moreno, Jotapê e Rico Dalasam, formam um panorama diversificado que ocupa casas de médio e grande porte em vários bairros da capital.
- Bad Bunny em São Paulo: datas, local e detalhes da turnê
- O repertório de “Debí Tirar Más Fotos” e a projeção internacional de Bad Bunny
- Além de Bad Bunny: agenda de shows para todos os gostos na capital
- Artistas brasileiros: do pop eletrônico ao rap de protesto
- Macy Gray revisita “On How Life Is” e resgata clássicos de R&B, soul e jazz
- Serviços, ingressos e últimas informações sobre Bad Bunny e demais shows
Bad Bunny em São Paulo: datas, local e detalhes da turnê
Ponto alto da programação, Bad Bunny sobe ao palco do Allianz Parque, na zona oeste, na sexta-feira, 20 de fevereiro, e no sábado, 21, ambos às 21h. Os dois concertos integram a rota mundial de “Debí Tirar Más Fotos”, espetáculo concebido para divulgar o álbum homônimo. Lançado com 17 faixas, o disco transita por bomba, salsa, plena, reggaeton, dembow e trap, reafirmando a mistura de sonoridades caribenhas e urbanas que marcou a ascensão do cantor. A produção em São Paulo ainda conta com a estrutura do estádio multiúso, que comporta grandes montagens de iluminação e vídeo. Restam apenas ingressos dos pacotes early entry, a partir de R$ 4.089,43, disponibilizados pela Ticketmaster.
O repertório de “Debí Tirar Más Fotos” e a projeção internacional de Bad Bunny
Gravado depois de aparições em eventos de grande audiência, como o show do intervalo do Super Bowl no Levi’s Stadium, nos Estados Unidos, em 8 de fevereiro de 2026, o álbum “Debí Tirar Más Fotos” consolida a trajetória de Bad Bunny como figura central do pop latino contemporâneo. A variedade de gêneros presentes nas 17 faixas cria um setlist que alterna batidas de reggaeton e passagens melódicas de salsa, recurso que mantém o dinamismo no palco. Em São Paulo, a expectativa gira em torno da execução integral do disco, prática adotada pelo artista nesta excursão. A conquista de três estatuetas do Grammy reforça o estatuto de estrela global, capaz de mobilizar público disposto a lotar o Allianz Parque em duas noites consecutivas.
Além de Bad Bunny: agenda de shows para todos os gostos na capital
Fora da arena, a semana reserva opções para quem busca experiências em espaços menores. No Cine Joia, na praça Carlos Gomes, região central, a cantora americana Macy Gray comemora 25 anos do álbum “On How Life Is” na terça-feira, 24, e na quarta, 25, às 21h30. O disco de 1999 reúne sucessos como “I Try”, “Why Didn’t You Call Me” e “The Letter”, elementos centrais do repertório planejado para o público paulistano. Os ingressos de pista custam a partir de R$ 520, vendidos pela Ticketmaster.
No campo do trap nacional, Cjota inicia a turnê “Melhor Que Ontem – Sessions” na quinta-feira, 26, às 21h, na Casa Natura Musical, em Pinheiros. A performance é estruturada em três atos que percorrem projetos autorais do artista, conhecido pelo single “Call 911”. Os bilhetes de pista partem de R$ 70 via Sympla.
Artistas brasileiros: do pop eletrônico ao rap de protesto
A mesma Casa Natura Musical recebe Jaloo no sábado, 21, às 22h. A DJ e cantora propõe o baile “Gala Profana”, mesclando música pop, elementos eletrônicos e referências às brasilidades contemporâneas. Convidados como Getúlio Abelha, Johnny Hooker e Mahmundi reforçam a atmosfera carnavalesca do evento. Os ingressos custam a partir de R$ 80 e também estão disponíveis pelo Sympla.
No Sesc Belenzinho, a programação divide-se entre MPB e hip-hop. Joyce Moreno apresenta um espetáculo em voz e violão na sexta, 20, e no sábado, 21, às 21h, celebrando 50 anos do lançamento de “Passarinho Urbano”, disco que inclui a adaptação musicada do “Poeminho do Contra”, de Mario Quintana, transformada na canção “Passarinho”. A entrada inteira sai por R$ 60 nas bilheterias da rede ou no site oficial do Sesc.
A mesma unidade recebe Jotapê na sexta, 20, às 20h30. O rapper paulista leva ao palco as 14 faixas de “Até a Última Rima”, álbum de 2024 que aborda racismo, identidade, vícios, fama, festas, amor e sobrevivência nas periferias. Participações de Emicida, Major RD, Lezin, L7nnon e Lulu Santos ampliam o alcance do repertório. Ingressos também custam R$ 60.

Imagem: Getty
Macy Gray revisita “On How Life Is” e resgata clássicos de R&B, soul e jazz
Reconhecida pela voz rouca característica, Macy Gray retorna à capital depois de um hiato nos palcos brasileiros para reviver o álbum que a projetou mundialmente em 1999. “On How Life Is” permanece como ponto de virada em sua carreira, com arranjos que mesclam R&B, soul e jazz. As duas datas no Cine Joia reforçam o compromisso da casa em recepcionar artistas que marcaram o fim dos anos 1990 e o início dos 2000, reforçando o calendário cultural da região central.
Para o público que valoriza a cena nacional de rap, Rico Dalasam encerra o ciclo de novidades da semana no Sesc Bom Retiro, na sexta, 20, às 20h. A turnê “Pra Sempre” percorre a trilogia de álbuns “Dolores Dala Guardião” (2020), “Fim das Tentativas” (2022) e “Escuro Brilhante: Último Dia no Orfanato da Tia Guga” (2023). Entre as canções confirmadas estão “Quebrados”, “Braille” e “Dilema”. Os ingressos inteiros também custam R$ 60 e podem ser adquiridos no site da instituição ou nos guichês.
Serviços, ingressos e últimas informações sobre Bad Bunny e demais shows
No momento da publicação, apenas pacotes especiais permanecem disponíveis para os espetáculos de Bad Bunny no Allianz Parque, reforçando a alta demanda. Já os demais eventos, realizados em instalações de capacidade moderada, oferecem diferentes faixas de preço que variam de R$ 60 a R$ 520, conforme espaço e categoria. Todas as vendas ocorrem pelas bilheterias físicas ou plataformas de ingresso mencionadas: Ticketmaster para Bad Bunny e Macy Gray; Sympla para Cjota e Jaloo; e o portal do Sesc SP para Joyce Moreno, Jotapê e Rico Dalasam.
A agenda se estende até quarta-feira, 25 de fevereiro, quando Macy Gray finaliza sua passagem pela cidade, completando um bloco de sete dias de atividades musicais consecutivas. Dessa forma, o público tem a oportunidade de transitar por gêneros que vão do reggaeton de estádio ao rap de intervenção social, passando por pop eletrônico e MPB de referência histórica.
O próximo evento confirmado no calendário é o segundo show de Bad Bunny, no sábado, 21 de fevereiro, às 21h, no Allianz Parque.

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe.
Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.
Final da 4ª temporada de The Morning Show redefine o futuro de Alex Levy e deixa o destino de Bradley em aberto
15 séries para fãs de Supernatural: horror, ação e mitologia em novas jornadas televisivas
CBS detalha finais de outono e hiato de 15 séries; novos episódios só a partir de fevereiro de 2026
Glenn Close reconhece críticas iniciais a “All’s Fair” e aposta na força dos episódios finais
Conteúdo Relacionado