CIA: tudo sobre o spinoff de FBI que une Tom Ellis e Nick Ghelfuss em uma dupla explosiva

No universo televisivo construído pelo produtor Dick Wolf, a franquia CIA chega para expandir ainda mais o cenário investigativo iniciado por FBI. A nova série, que estreia na CBS em 23 de fevereiro, às 22h (horário da Costa Leste dos EUA), junta o britânico Tom Ellis e o norte-americano Nick Ghelfuss em papéis diametralmente opostos, mas interligados por missões secretas em Nova York. A atração nasce com a promessa de equilibrar ação, drama policial e toques de humor sarcástico, refletindo a convivência entre dois profissionais de agências diferentes — e, muitas vezes, de moralidades conflitantes.
CIA: sinopse e premissa do novo derivado de FBI
Logo no episódio de estreia, CIA apresenta Colin Glass, vivido por Tom Ellis, um oficial de casos da Agência Central de Inteligência que adota métodos pouco ortodoxos e costuma exercer o ofício tendo a mentira como instrumento diário. O personagem é descrito como reservado, ousado e até mesmo roguish, expressão que sugere uma postura fora dos limites burocráticos comuns. Para contrapor esse perfil, a trama introduz Bill Goodman, agente do FBI interpretado por Nick Ghelfuss. Goodman segue regras com rigor, acredita na transparência institucional e se guia por um senso de dever inabalável. Juntos, eles são designados para operações encobertas em solo nova-iorquino com o objetivo de neutralizar ameaças internacionais, células terroristas e segredos geopolíticos capazes de comprometer a segurança nacional.
Nesse contexto, Bill se vê obrigado a aprender — e rapidamente — sobre o universo nebuloso de espionagem operado por Colin. De acordo com a descrição oficial, o agente federal absorverá as normas desse território ambíguo “on the fly”, isto é, enquanto a ação acontece, sem manuais ou tempo para treinamento tradicional. A única certeza oferecida pela narrativa é que as vitórias obtidas pela dupla dificilmente ganharão reconhecimento público, já que muito do que se executa na sombra permanece confidencial.
Dinâmica entre os protagonistas de CIA
Embora o roteiro não seja estruturado como uma comédia, Tom Ellis antecipa que o relacionamento entre Colin e Bill exibe traços humorísticos recorrentes. O ator define a interação dos personagens como “um casal que vive às turras”, alusão ao contraste constante de personalidades. Colin transita em cena ajustando verdades e disfarces conforme a necessidade; Bill, por sua vez, tenta atuar como ponte entre as duas agências e fiscalizador dos métodos do parceiro, sem abrir mão de sua retidão. Essa diferença, potencializada pelos riscos das missões clandestinas, coloca a confiança no centro do conflito dramático: Bill nunca sabe ao certo se recebe de Colin a versão real dos fatos ou mais uma camada de encobrimento.
Segundo Ellis, o humor surge como mecanismo de sobrevivência adotado por profissionais que convivem diariamente com violência e decisões moralmente cinzentas. O famoso “gallows humor”, ou humor de trincheira, aparece na série como válvula de escape para a pressão psicológica, ajudando a tornar os diálogos mais humanos e afastando a obra de um tom exclusivamente sombrio.
Elenco de CIA e participações especiais
Para além da dupla central, CIA traz rostos conhecidos da própria franquia FBI e do universo criado por Wolf Entertainment. Entre as presenças confirmadas, Jeremy Sisto reprisa o papel de Jubal Valentine — assistente especial encarregado do setor antiterrorismo — e, logo no piloto, é o responsável por unir Colin e Bill. A participação serve de elo narrativo entre as duas produções e reforça o conceito de universo compartilhado.
A série conta também com Necar Zadegan como Nikki, chefe direta de Colin. Ao perceber que o agente da CIA precisa de freios morais mais sólidos, Nikki recorre a Jubal justamente para obter alguém “exatamente oposto” ao perfil que Colin procura. A intenção dela é dupla: não apenas garantir a eficácia operacional, mas também evitar que o agente se perca em sua própria zona cinzenta de moralidade.
Outras figuras da matriz FBI marcam presença em episódios futuros. Alana De La Garza retorna como Isobel Castille, enquanto Missy Peregrym encarna novamente a agente Maggie Bell. Embora os detalhes desse encontro não tenham sido divulgados, as participações prometem ampliar o intercâmbio de tramas e reforçar a coesão entre as séries irmãs.

Imagem: Mark Schafer
Do lado dos protagonistas, Nick Ghelfuss traz a bagagem de seis temporadas de Chicago Med, onde interpretou o médico Dr. Will Halstead. A experiência em drama de longa duração foi destacada por Tom Ellis como fator positivo, pois ambos compartilham foco em roteiro, atenção a detalhes e disposição para questionar o material em busca de aprimoramento contínuo.
Relação entre CIA e a franquia FBI
O produtor Dick Wolf consolidou um modelo de televisão serial que aposta em tramas procedimentais entrelaçadas. No caso de CIA, a ligação principal é temática, já que as ameaças internacionais investigadas pela Divisão de Inteligência podem repercutir em casos internos do FBI. A presença de Jubal Valentine no primeiro capítulo evidencia a sinergia operacional: é ele quem legitima a parceria interagências e fornece a justificativa narrativa para futuras colaborações.
A série também expande as fronteiras morais já exploradas em FBI. Enquanto o drama original aborda crimes federais e terrorismo doméstico com protocolos e hierarquia bem definidos, CIA mergulha em operações sem respaldo oficial, disfarces elaborados e cadeias de comando menos transparentes. O contraste reforça a tensão dramática: Bill Goodman representa a cultura de relatórios e accountability federal; Colin Glass encarna a lógica da negação plausível e do resultado a qualquer custo.
Data de estreia de CIA e expectativas para a temporada inaugural
A primeira temporada de CIA chega à grade da CBS na segunda-feira, 23 de fevereiro, às 22h, logo após a programação de horário nobre. O posicionamento estratégico visa capturar a audiência já fiel às produções de Dick Wolf e aproveitar a forte marca FBI nas noites de segunda. Com previsão de múltiplos crossovers ao longo dos episódios, a série pretende oferecer tanto histórias completas semanais quanto arcos mais extensos, mantendo o espectador engajado em conspirações de longo prazo.
Os bastidores adiantam ainda um cronograma de filmagens intenso, característica típica das obras da Wolf Entertainment. Tom Ellis ressaltou o ritmo “punitivo”, embora equilibrado por um ambiente de trabalho colaborativo e bem-humorado. Essa combinação entre disciplina industrial e leveza nos relacionamentos de elenco e equipe aparece na tela sob forma de química palpável, fundamental para sustentar a premissa de “casal briguento” que conduz a narrativa.
Com a promessa de equilibrar suspense, ação e ironia, CIA aposta num duo de protagonistas que deve testar limites de confiança e ética diante de cada nova missão. O público interessado encontrará respostas iniciais — e possivelmente novas perguntas — já no episódio de estreia, marcado para 23 de fevereiro, às 22h, na CBS.

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe.
Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.
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