Danny DeVito rejeitou papel em Seinfeld: entenda como a decisão impactou sua carreira e a própria série

O convite que Danny DeVito recebeu para integrar o elenco de “Seinfeld” quase reescreveu não apenas a trajetória do ator, mas possivelmente a própria dinâmica de uma das sitcoms mais influentes da televisão. A recusa do artista, então no ápice de popularidade graças a sucessos no cinema e na TV, abriu caminho para Jason Alexander transformar George Costanza em ícone cultural. Esta é a história factual de como uma oportunidade descartada definiu rumos distintos para todos os envolvidos.
- Danny DeVito e o convite para integrar Seinfeld
- A carreira de Danny DeVito antes de Seinfeld
- Danny DeVito e George Costanza: por que a união não aconteceu?
- Filmes que consolidaram o prestígio de Danny DeVito na virada dos anos 1980
- Jason Alexander, Chris Rock e o veredicto da escalação
- Seinfeld, Taxi e It’s Always Sunny: o elo de humor corrosivo
- O impacto cultural de Seinfeld sem Danny DeVito
- Consequências para as partes envolvidas
- O que o futuro reservou após a recusa
- A escolha que definiu dois caminhos vencedores
Danny DeVito e o convite para integrar Seinfeld
A possibilidade de ver Danny DeVito como membro fixo do “quarteto” de “Seinfeld” surgiu nos estágios iniciais de escalação da série, que estreou em 1989. Segundo relato posterior de Jason Alexander no programa de rádio de Howard Stern, o nome de DeVito foi seriamente avaliado para o papel de George Costanza. A mesma conversa também revelou que o comediante Chris Rock chegou a ser cogitado. No entanto, DeVito declinou a oferta, decisão que, em retrospecto, manteve o ator afastado de compromissos de longo prazo em uma produção televisiva semanal.
A carreira de Danny DeVito antes de Seinfeld
Quando “Seinfeld” se preparava para sair do papel, Danny DeVito exibia currículo consolidado. De 1978 a 1983, ele integrou o elenco de “Taxi”, primeiro na rede ABC e depois na NBC, interpretando Louie De Palma, o supervisor sem escrúpulos da fictícia Sunshine Cab Company. A sitcom projetou o artista ao status de estrela, garantindo premiações e reconhecimentos que sustentaram a transição para o cinema.
No fim da década de 1980, o ator acumulava trabalhos de destaque na telona. Um ponto alto foi “Twins” (1988), comédia em que contracenou com Arnold Schwarzenegger e que se tornou um êxito comercial. O ritmo de filmagens permanecia intenso, e especialistas da época observavam que 1988 e 1989 representavam um auge de visibilidade para DeVito.
Danny DeVito e George Costanza: por que a união não aconteceu?
Jason Alexander, que acabou eternizado como George Costanza, explicou que Danny DeVito teria evitado o papel por não desejar uma função percebida como “coadjuvante” diante da fase ascendente da própria carreira. À época, aceitar um personagem fixo numa série podia significar abrir mão de convites para longas-metragens, cujas agendas de produção colidiam com a rotina de gravações semanais exigida por um programa de TV. A decisão, portanto, foi estratégica: manter portas abertas para produções cinematográficas em pleno fluxo de ofertas.
Filmes que consolidaram o prestígio de Danny DeVito na virada dos anos 1980
A recusa ao contrato de “Seinfeld” coincidiu com a participação de DeVito em obras que reforçaram sua reputação. Em 1989, ele estrelou “The War of the Roses”, comédia ácida que adicionou novo registro à sua filmografia. Já em 1992, ele esteve em “Batman Returns”, reforçando alcance global por meio de uma franquia de grande visibilidade. Esses projetos demandaram agendas de filmagens longas e divulgação internacional, aspectos que teriam sido dificultados caso o ator estivesse atrelado a compromissos semanais de televisão.
Jason Alexander, Chris Rock e o veredicto da escalação
Com Danny DeVito fora da disputa e Chris Rock igualmente distante de um acordo final, a produção de “Seinfeld” confirmou Jason Alexander como George Costanza. O resultado virou referência: Alexander imprimiu insegurança, vaidade e vulnerabilidade ao personagem, estabelecendo uma química instantânea com Jerry Seinfeld, Julia Louis-Dreyfus e Michael Richards. A decisão de elenco, embora tomada por eliminações, gerou uma interpretação que críticos descrevem como definitiva e praticamente impossível de imaginar de outra forma.
Seinfeld, Taxi e It’s Always Sunny: o elo de humor corrosivo
Curiosamente, Danny DeVito viria a retornar ao ambiente de humor televisivo duas décadas após “Taxi”, desta vez em “It’s Always Sunny in Philadelphia”. Na série exibida a partir de 2005, ele interpreta Frank Reynolds, figura igualmente disfuncional que se encaixa no molde de personagens moralmente dúbios que fizeram sua reputação. A passagem pelas três sitcoms — a cogitação em “Seinfeld”, o destaque em “Taxi” e o sucesso em “It’s Always Sunny” — revela um traço comum: todas retratam grupos que desafiam padrões sociais, mantendo humor ácido e comportamentos questionáveis no centro da narrativa.

Imagem: Internet
O impacto cultural de Seinfeld sem Danny DeVito
Mesmo sem a presença de DeVito, “Seinfeld” consolidou-se como uma das produções mais influentes da história da TV. Episódios, bordões e situações de roteiro tornaram-se parte integrante da cultura pop. O programa é citado entre os melhores de todos os tempos, e seu estilo de humor cotidiano abriu precedentes para inúmeras sitcoms posteriores. Nesse cenário, pode-se afirmar que a escalada de popularidade do seriado não sofreu prejuízo com a ausência do ator, e Jason Alexander manteve a consistência do elenco.
Consequências para as partes envolvidas
Para Danny DeVito, dizer “não” significou preservar liberdade de escolha e tempo para investir em filmes de alto perfil. O movimento acabou reforçando sua imagem de versatilidade: ao alternar entre papéis cinematográficos e retornos pontuais à TV, o ator manteve relevância sem ficar associado a um único personagem televisivo. Para “Seinfeld”, a decisão resultou em identificação imediata de público com George Costanza interpretado por Jason Alexander, cuja performance se tornou peça-chave do sucesso contínuo do programa.
O que o futuro reservou após a recusa
Enquanto “Seinfeld” seguiu em exibição nos anos 1990, Danny DeVito continuou somando créditos. Após “Batman Returns”, ele explorou projetos como diretor e manteve participação em longas variados, sem se prender a uma única franquia ou formato. No campo televisivo, a retomada veio apenas quando “It’s Always Sunny in Philadelphia” solidificou-se, incorporando DeVito ao elenco fixo a partir de sua segunda temporada e adicionando nova camada de popularidade ao artista.
A escolha que definiu dois caminhos vencedores
Os fatos mostram que a recusa de Danny DeVito ao papel de George Costanza deu origem a duas trajetórias paralelas de sucesso. De um lado, o ator permaneceu disponível para filmes importantes entre 1989 e 1992, período em que lançou títulos notáveis. De outro, Jason Alexander ocupou o espaço em “Seinfeld” e transformou-se em referência na comédia televisiva. Em síntese, a decisão preservou a ascensão de DeVito no cinema e, simultaneamente, colaborou para que uma das sitcoms mais exaltadas da história alcançasse coesão de elenco e identidade própria.
A última informação confirmada situa o relato de Jason Alexander sobre a escalação original de “Seinfeld” em entrevista a Howard Stern, apontando Danny DeVito e Chris Rock como nomes discutidos antes da escolha final. Esse dado continua a oferecer curiosidade factual aos fãs de televisão e permanece como ponto de encontro entre as carreiras dos envolvidos.

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Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.
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