Elijah M. Cooper comenta o ingresso de Harry na 118 e o desafio de honrar o legado de Bobby em 9-1-1

Elijah M. Cooper comenta o ingresso de Harry na 118 e o desafio de honrar o legado de Bobby em 9-1-1

Elijah M. Cooper, intérprete de Harry no drama televisivo 9-1-1, detalhou os bastidores da trajetória de seu personagem até conquistar uma vaga como bombeiro na equipe 118, ressaltando os efeitos emocionais da perda de Bobby e os conflitos com Athena.

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Elijah M. Cooper relembra a chegada ao elenco após seis temporadas

Ao assumir o papel de Harry em um seriado que já acumulava seis anos no ar, Elijah M. Cooper descreveu um turbilhão de sentimentos. Segundo o ator, a responsabilidade era dupla: manter a coerência de um personagem já conhecido pelo público e contracenar com colegas consagrados, como Angela Bassett, que interpreta Athena. Cooper reconheceu que o receio inicial incluiu a preocupação com a reação dos fãs e a própria exigência de “fazer jus” ao legado construído anteriormente. Ainda assim, a possibilidade de, futuramente, vestir o uniforme da 118 foi vista por ele como uma oportunidade de crescimento artístico e narrativo.

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Doze semanas de treino e uma queda: o primeiro grande obstáculo de Harry

Dentro da trama, Harry iniciou o treinamento para bombeiro doze semanas antes do episódio exibido em 22 de janeiro. Durante um exercício rotineiro, uma queda aparentemente simples trouxe consequências que ultrapassaram o campo físico. A lembrança reavivou temores em Athena, que já perdera Bobby em serviço e teme reviver essa dor com o filho. O rapaz, por sua vez, insistiu em voltar à academia após apenas um dia de repouso, bloqueando a chance de processar o abalo emocional.

A segunda tentativa de exercício revelou o peso do trauma: no alto da escada, Harry paralisou, dominado pelas memórias do funeral de Bobby. Incapaz de encarar a mãe, procurou aconselhamento em Buck, colega da 118. O diálogo entre Buck e Athena expôs uma realidade desconfortável: a ansiedade de Athena se infiltrava na mente de Harry, dificultando sua autoconfiança.

A tensão entre mãe e filho: o temor de Athena e o legado de Bobby

A resposta inicial de Athena ao retorno prematuro de Harry ao treinamento foi direta: ela desejava que ele desistisse. A oficial enfatizou os riscos reais da profissão e a lembrança constante de que o uniforme é usado para salvar outros, não para garantir a própria segurança. Ao mesmo tempo, a fala da mãe sinalizou saudade do período em que o filho, ainda criança, a recebia com abraços a cada plantão finalizado.

Apesar das divergências, a cerimônia de formatura de Harry demonstrou que o vínculo permanece sólido. Athena compareceu e fixou o distintivo no uniforme do filho, reconhecendo a escolha dele e, de certa forma, o legado deixado por Bobby. De acordo com Elijah M. Cooper, o padrasto influenciou profundamente o caráter de Harry. Após observar a postura de Bobby como líder e figura paterna, o jovem sente-se convocado a “assumir o posto de homem da casa” e a retribuir o exemplo recebendo agora as mesmas responsabilidades.

Elijah M. Cooper detalha a adaptação de Harry como probie na 118

Na hierarquia da 118, Harry chega como “probie”, denominação usada para recrutas em período de avaliação. Elijah M. Cooper esclareceu que não existe tratamento especial por ele ser filho de Athena ou enteado de Bobby. O personagem deve conquistar seu espaço, aprendendo competências como manusear o machado, escalar escadas e operar equipamentos de resgate que os companheiros manejam há nove temporadas. Essa curva de aprendizagem espelha a vivência do próprio ator, que precisou dominar posturas técnicas de bombeiro para compor o papel.

Elijah M. Cooper comenta o ingresso de Harry na 118 e o desafio de honrar o legado de Bobby em 9-1-1 - Imagem do artigo original

Imagem: Internet

A presença de Ravi ilustra a dinâmica de veteranos e novatos. Ravi, antes o mais inexperiente do grupo, sente alívio ao deixar a condição de novato, mas demonstra empatia com Harry, oferecendo orientação baseada em sua experiência recente. Esse acolhimento reforça o ambiente familiar da 118, ao mesmo tempo em que mantém o rigor profissional inerente à corporação.

Hen enfrenta limitações de saúde e espelha a jornada de superação

Paralelamente à ascensão de Harry, o episódio retratou Hen lidando com uma doença autoimune que a afastou das funções de emergência. Seguindo sugestão de Athena, Karen contratou um fisioterapeuta para auxiliar a esposa. Ainda assim, um incidente em que Hen não conseguiu prestar socorro abalou sua confiança. O reencontro com um antigo diário materno, entretanto, reavivou lembranças de conquistas passadas, motivando-a a persistir na recuperação. A narrativa de Hen funciona como contraponto à trajetória de Harry: ambos encaram limitações — ele, emocionais; ela, físicas — e buscam reafirmar o propósito dentro e fora da corporação.

O futuro de Athena e a vigilância protetora de Harry

Com a vida profissional do filho iniciando um novo capítulo, o roteiro sugeriu a possibilidade de Athena refletir sobre retomar a vida amorosa. Questionado sobre o tema, Elijah M. Cooper relatou que, se isso ocorrer, Harry avaliaria rigorosamente qualquer pretendente, realizando uma espécie de “inspeção completa”. Dentro da história, a postura indica a inversão de papéis: o filho agora se sente responsável por zelar pela mãe, exatamente como Bobby fazia.

Perspectivas para a nona temporada de 9-1-1 após a formatura de Harry

Com Harry oficialmente integrado à 118, a série amplia as possibilidades de tramas envolvendo resgates, dilemas familiares e a continuidade do legado de Bobby. Os próximos episódios da nona temporada devem explorar as adaptações de Harry às operações de campo, novos diálogos com Athena sobre limites e segurança e a evolução da saúde de Hen. A formatura do novo bombeiro, ocorrida no capítulo de 22 de janeiro, marca o ponto de partida dessas histórias, mantendo a expectativa dos espectadores sobre como o recém-formado probie equilibrará deveres profissionais e responsabilidades familiares.

OrganizaSimples

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe. Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.

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