Episódio de Ação de Graças de “Ghosts” revela artimanha dos espíritos para manipular Jay e antecipa flashback “maluco” de Thor

Episódio de Ação de Graças de “Ghosts” revela artimanha dos espíritos para manipular Jay e antecipa flashback “maluco” de Thor

O especial de Ação de Graças da comédia televisiva “Ghosts” apresenta uma nova rodada de confusões espirituais em Woodstone Mansion. Na ausência de Sam, os fantasmas recorrem a um truque tecnológico para atrair Kyle de volta à propriedade, desencadeando fricções com Jay e preparando terreno para um flashback inesperado do Viking Thorfinn. A trama, descrita por Devan Chandler Long, aprofunda a dependência dos espectros em relação à única moradora que costuma ajudá-los e mostra até onde eles estão dispostos a ir quando essa assistência desaparece.

Índice

Quem participa da movimentação na mansão

A orquestração parte do coletivo de fantasmas que habita a mansão, incluindo Thorfinn, interpretado por Devan Chandler Long, e Trevor, responsável direto pelo disparo da mensagem enganosa. Do lado dos vivos, os personagens centrais são Sam, sua parceira Jay e o visitante Kyle, interpretado por Ben Feldman. O fantasma Pete também ganha espaço, acompanhando Sam em sua primeira sessão de autógrafos fora de casa, enquanto o restante dos espíritos permanece na propriedade, inquieto com a viagem da amiga.

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O que motiva o novo esquema sobrenatural

Ao longo de cinco temporadas, os fantasmas tornaram-se dependentes de Sam para tarefas simples do cotidiano. Ela folheia revistas, muda canais de televisão e até conecta luzes noturnas, ações impossíveis para seres incorpóreos. Quando Sam se ausenta para promover seu livro, surge a pergunta prática: quem desempenhará essas atividades? A resposta dos espectros é pragmática: se Jay não pretende atendê-los, é preciso recrutar alguém que possa ouvi-los e obedecê-los. Kyle, também capaz de enxergar e dialogar com fantasmas, torna-se alvo perfeito.

Como o plano é executado

A execução recai sobre Trevor, fantasma conhecido por seu olhar estratégico. Ele envia uma mensagem de texto fingindo ser Jay e convida Kyle para “uma social” na mansão. A ideia é simples: colocar um segundo mortal à disposição e, de quebra, tentar aproximá-lo de Jay. Para aumentar as chances de sucesso, os espíritos contam com o conhecimento de Trevor sobre futebol americano, imaginando que estatísticas bem escolhidas possam fazer os dois homens “se enturmarem” diante do tradicional jogo de Ação de Graças.

Reação de Jay diante do visitante inesperado

O retorno de Kyle reacende um conflito já apresentado na quarta temporada, quando ele tentou beijar Sam antes de deixar a mansão. Naturalmente, Jay não figura entre os maiores admiradores do convidado. Apesar da tentativa espiritual de criar um clima amistoso, o plano falha quando Jay percebe que as “informações de especialista” de Kyle se limitam a dados antigos do esporte. A desconfiança transforma o desejo de camaradagem em novo desconforto, expondo a farsa dos fantasmas.

Consequências imediatas da descoberta

Com a estratégia desmascarada, o relacionamento entre Jay e Kyle parece fadado a outro impasse. Entretanto, o episódio assume tom mais conciliatório quando Kyle admite não possuir muitos amigos em virtude de sua condição peculiar de enxergar fantasmas. A confissão humaniza o personagem e abre espaço para um gesto de boa-vontade: ao final do capítulo, já com Sam e Pete de volta do compromisso literário, o casal decide manter o convite para que Kyle participe do jantar de Ação de Graças.

A dependência crescente dos fantasmas

O comportamento dos habitantes etéreos de Woodstone ultrapassa a simples busca por companhia. Segundo Devan Chandler Long, as solicitações “ridículas” dos fantasmas incluem cheirar objetos, acender luzes ou exigir revistas folheadas em intervalos exatos. Quando contrariado, o grupo lança ameaças sobre Sam, citando artifícios como adaptar o fantasma da cólera para contaminar a residência, espalhar mau cheiro por meio de Isaac ou até incendiar o gazebo. A violência inerente às chantagens mostra que, apesar do humor, os espíritos não medem esforços.

Comparações do intérprete de Thorfinn

Long observa que a carência coletiva dos fantasmas supera a de uma criança pequena, comparação que destaca a evolução do elenco sobrenatural para um estado quase infantil. O ator também brinca com a possibilidade de “se transformar” no próprio personagem, afirmando sentir o vocabulário se encurtar após anos interpretando um guerreiro viking que articula poucas palavras.

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Imagem: Bertrand Calmeau/CBS

Indícios do flashback “maluco” de Thorfinn

Além da narrativa principal do feriado, Long antecipa um futuro flashback considerado “engraçado” e “ridículo”. Embora detalhes permaneçam em sigilo, o ator avalia que, se a cena pertencesse a qualquer outro seriado, seria tida como “absolutamente chocante”. A peculiaridade de Thorfinn, contudo, legitima comportamentos extremos, e Long assegura que o inusitado encaixa-se na lógica interna do personagem.

Por que a amizade com Kyle interessa aos fantasmas

A aproximação de Kyle com Jay não é mero capricho. Caso o plano funcionasse, os fantasmas ganhariam dois mortais dispostos a executar pequenas tarefas, reduzindo a sobrecarga sobre Sam. A estratégia se baseia em táticas de “bro-mance”, combinando bebida, conversa sobre fantasy football e estatísticas antigas. Entretanto, a lacuna de conhecimento sobre jogadores atuais desmonta a farsa, revelando a dificuldade dos espíritos em manter enganos prolongados.

Impacto do feriado na dinâmica da série

O episódio de Ação de Graças destaca temas recorrentes em “Ghosts”: dependência, manipulação e necessidade de convivência entre vivos e mortos. A tentativa de integração de Kyle, seguida pela aceitação tardia de Jay, reforça que a série combina humor com reflexões sobre isolamento e amizade. Além disso, o jantar coletivo ao final consolida o feriado como elo narrativo, mesmo depois de conflitos, confissões e um embuste virtual.

Expectativas para os próximos capítulos

Com a presença de Kyle novamente franqueada, a mansão terá dois interlocutores humanos para a população espectral. Resta saber se Jay manterá boa vontade depois de ser enganado ou se o histórico de desconforto com o visitante prevalecerá. Paralelamente, o prometido flashback de Thorfinn sinaliza desenvolvimento de personagem, ampliando o repertório de histórias sobre o passado do Viking, que até aqui se envolve em situações cômicas e imprevisíveis.

A edição de Ação de Graças, portanto, serve como ponto de inflexão. Ao mesmo tempo em que revela até onde os fantasmas podem ir por conveniência própria, abre brechas para reconciliação entre vivos e encerra com promessa de eventos ainda mais excêntricos, sem abandonar o tom humorístico que sustenta a atração.

OrganizaSimples

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe. Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.

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