Fase da Lua: entenda a Lua Minguante de 17 de dezembro de 2025 e o calendário lunar do mês

Hoje, 17 de dezembro de 2025, a fase da Lua é Minguante. O satélite natural da Terra exibe apenas 8 % de sua superfície iluminada, porcentagem que diminui noite após noite enquanto se aproxima da Lua Nova, marcada para ocorrer em dois dias, às 22h43 de 19 de dezembro. As informações oficiais sobre o posicionamento lunar fazem parte dos registros do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e compõem o calendário de fases de todo o mês.
- Fase da Lua Minguante: o que acontece no céu em 17 de dezembro de 2025
- Calendário completo das fases da Lua em dezembro de 2025
- Como cada fase da Lua se forma: do alinhamento à luminosidade
- Interfases dentro do ciclo lunar
- Fase da Lua e duração da lunação
- Contagem regressiva para a próxima fase da Lua: a Lua Nova de 19 de dezembro
Fase da Lua Minguante: o que acontece no céu em 17 de dezembro de 2025
Na fase Minguante, a luminosidade refletida pela Lua já passou pelo ponto máximo observado na Lua Cheia e agora decresce gradualmente. Em 17 de dezembro, restam 8 % da área visível iluminada, quadro que evidencia a proximidade do início de um novo ciclo. Durante a Minguante, apenas uma porção cada vez menor da face voltada à Terra recebe luz solar direta, resultado do deslocamento orbital da Lua no trajeto que a leva novamente à conjunção com o Sol.
O Inmet indica que, a partir desta data, cada noite exibirá um fragmento ainda mais reduzido de brilho até que o disco lunar deixe de ser visível no momento da Lua Nova. Essa dinâmica faz parte de um processo contínuo que se repete, em média, a cada 29,5 dias, intervalo conhecido como lunação.
Calendário completo das fases da Lua em dezembro de 2025
O ciclo lunar em curso iniciou-se no quarto dia de dezembro, quando aconteceu a Lua Cheia às 20h14. Sete dias depois, em 11 de dezembro, registrou-se a transição para a Lua Minguante, às 17h51. A sequência prossegue com a Lua Nova prevista para 19 de dezembro, às 22h43, momento que encerrará formalmente a lunação iniciada no mês. Por fim, o calendário traz a Lua Crescente para 27 de dezembro às 16h09, etapa que abrirá a trajetória de aumento de luminosidade até a próxima Lua Cheia.
A distribuição dessas datas demonstra a divisão quase regular de cerca de sete dias entre cada fase principal. Esse espaçamento, embora seja uma média, aplica-se de forma consistente ao conjunto de eventos observados em dezembro de 2025.
Como cada fase da Lua se forma: do alinhamento à luminosidade
A variação visual das fases depende da posição relativa entre Sol, Terra e Lua. Quando o satélite se encontra entre o nosso planeta e a estrela, ocorre a Lua Nova. Nesse arranjo, a face iluminada da Lua volta-se para o Sol e a face escura orienta-se para a Terra, impossibilitando a observação do disco lunar no céu noturno.
Na sequência, surge a fase Crescente. Primeiro, um sutil arco luminoso desponta no extremo ocidental do disco. Com o passar dos dias, esse arco cresce até chegar ao Quarto Crescente, instante em que metade do disco se mostra iluminada. Avançando no ciclo, a configuração geométrica passa a posicionar a Lua de modo que o lado iluminado fique totalmente voltado para a Terra. Esse cenário caracteriza a Lua Cheia, que emergiu em 4 de dezembro.
Depois da plenitude do brilho, inicia-se a redução da luminosidade. A Lua Cheia cede espaço ao progressivo escurecimento que leva ao Quarto Minguante, etapa registrada em 11 de dezembro. A diminuição continua até a Lua entrar na fase Minguante propriamente dita, status observado hoje. O processo se completará na Lua Nova de 19 de dezembro, recomeçando o ciclo.

Imagem: Shutterstock
Interfases dentro do ciclo lunar
Além das quatro etapas mais conhecidas, a lunação alberga momentos intermediários denominados interfases. Entre a Lua Nova e a Cheia, ocorrem as fases chamadas Crescente Gibosa e Quarto Crescente; já entre a Cheia e a Minguante, aparecem Minguante Gibosa e Quarto Minguante. Essas denominações descrevem frações específicas da iluminação lunar, oferecendo um detalhamento maior para quem acompanha o posicionamento exato do satélite.
Embora nem sempre citadas nos calendários populares, essas interfases são úteis para astrônomos amadores, fotógrafos que buscam determinado enquadramento de luz e pesquisadores que correlacionam medidas ambientais com o ciclo lunar. Em dezembro de 2025, todos esses estágios ocorrem nos intervalos compreendidos pelas datas das fases principais já listadas.
Fase da Lua e duração da lunação
Cada fase da Lua encaixa-se em um ciclo total cuja média temporal é de 29,5 dias. Essa duração não é fixa; variações sutis podem ocorrer devido a fatores orbitais, mas a média de pouco menos de um mês sustenta o planejamento de calendários e a organização de observatórios meteorológicos. O fato de dezembro de 2025 iniciar a contagem principal com uma Lua Cheia em 4 de dezembro ilustra como a lunação não coincide obrigatoriamente com o primeiro dia do mês vigente.
Ao dividir essa média por quatro, obtém-se aproximadamente uma semana para cada fase principal. Essa métrica explica por que a Lua Minguante aparece hoje, 17 de dezembro, apenas seis dias depois da transição registrada em 11 de dezembro, mantendo a lógica de distribuição temporal entre os marcos do ciclo.
Contagem regressiva para a próxima fase da Lua: a Lua Nova de 19 de dezembro
O ponto de convergência do ciclo atual será alcançado às 22h43 de 19 de dezembro, quando uma nova conjunção alinhará Sol, Lua e Terra. A partir desse instante, a luminosidade voltará a crescer noite após noite, inaugurando outro processo de expansão que culminará na Lua Cheia do mês seguinte, ainda não listada pelo Inmet nos dados aqui apresentados.
Com apenas dois dias restantes, o percentual de 8 % de iluminação observado em 17 de dezembro seguirá em declínio, reforçando a característica de encerramento que envolve a fase da Lua Minguante. Para os observadores, esse é o momento final para registrar a tênue luz que ainda resta antes de o céu noturno ficar temporariamente sem o brilho do satélite.

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe.
Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.

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