Mixto x Flamengo: tudo sobre o jogo de abertura do Brasileirão Feminino 2026 e os times que prometem agitar a temporada

O Brasileirão Feminino de 2026 começa nesta quinta-feira (12) com o duelo entre Mixto e Flamengo, marcado para 21h (de Brasília) no Estádio Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha, em Cuiabá. A partida, transmitida ao vivo pela TV Brasil, inaugura uma edição histórica do principal torneio feminino nacional, que passa a contar com 18 clubes na Série A1.
- Mixto reencontra a elite do Brasileirão Feminino em Cuiabá
- Flamengo mira bom início no Brasileirão Feminino após readequação de orçamento
- Regulamento e formato do Brasileirão Feminino 2026
- Demais confrontos da primeira rodada do Brasileirão Feminino
- Corinthians, Palmeiras e Cruzeiro chegam fortes ao Brasileirão Feminino 2026
- Transmissão da TV Brasil potencializa visibilidade do Brasileirão Feminino
Mixto reencontra a elite do Brasileirão Feminino em Cuiabá
O representante mato-grossense retorna à primeira divisão após 11 anos. A última participação havia ocorrido em 2015, e desde então o clube buscava uma nova chance. A vaga de 2026 foi herdada depois que Real Brasília e Fortaleza encerraram suas atividades no futebol feminino, abrindo espaço também para o Vitória. O Mixto, conhecido como Tigresas, disputou a Série A2 em 2025 e caiu nas quartas de final, mas manteve a estrutura para chegar competitivo ao topo da pirâmide.
A estratégia para o reencontro com a elite foi apostar em experiência. Entre as contratações mais comentadas está a goleira Thaís Helena, de 38 anos, ex-Atlético-MG, vice-campeã mundial com a seleção brasileira em 2007. No meio-campo, a paraguaia Fany Gauto, de 31 anos, chega após passagens por Ferroviária e Internacional, trazendo histórico de regularidade em competições nacionais. O comando técnico está nas mãos de Adilson Galdino, profissional que conquistou três Libertadores pelo São José e o Mundial de Clubes de 2014 realizado no Japão, feito que reforça o currículo vencedor do treinador.
Com esse trio de peso e a base mantida da campanha na Série A2, o Mixto pretende usar o fator casa logo na estreia. O Dutrinha, palco tradicional de Cuiabá, será ponto de encontro da torcida local, empolgada com o retorno do futebol feminino de alto nível à capital mato-grossense.
Flamengo mira bom início no Brasileirão Feminino após readequação de orçamento
Adversário de estreia do Mixto, o Flamengo inicia sua 12ª participação consecutiva na primeira divisão, marca que o coloca atrás apenas da Ferroviária em número de presenças. Campeã em 2016, a equipe carioca chega a 2026 com mudanças estruturais: o clube reduziu o investimento destinado ao futebol feminino e passou a priorizar o aproveitamento de atletas formadas na base.
Mesmo com a readequação financeira, o Rubro-Negro manteve dois pilares experientes: a meia e capitã Djeni e a centroavante Cristiane, referência técnica do elenco. Por outro lado, liberou nomes importantes, como a zagueira argentina Agustina Barroso, que se transferiu para o Corinthians, e a atacante Gláucia, agora no Palmeiras. Celso Silva assumiu o cargo de treinador após a saída de Rosana Augusto, diretamente ligada ao novo modelo de gestão.
A expectativa é que pelo menos dez jogadoras sub-20 reforcem o grupo principal ao longo da temporada. A categoria de base viveu um 2025 de destaque, com vice-campeonato brasileiro, bicampeonato da Copinha Feminina e seis atletas convocadas para o Sul-Americano sub-20 que está em andamento. A aposta do clube é equilibrar juventude e experiência para voltar a disputar as posições de topo.
Regulamento e formato do Brasileirão Feminino 2026
O torneio organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) mantém as diretrizes básicas das últimas temporadas, mas apresenta uma novidade: o aumento de 16 para 18 participantes. Na primeira fase, todos se enfrentam em turno único, totalizando 17 rodadas. Os oito melhores avançam às quartas de final, enquanto os dois piores serão rebaixados para a Série A2 de 2027.
Nos mata-matas – quartas, semifinais e final – os confrontos acontecem em partidas de ida e volta. De acordo com a tabela divulgada pela CBF, a decisão do título está agendada para 4 de outubro. Esse calendário proporciona pouco mais de sete meses de competição, tempo suficiente para avaliações técnicas profundas e rodízio de atletas, sobretudo para clubes que também estarão em Copas nacionais ou torneios sul-americanos.

Imagem: Internet
Demais confrontos da primeira rodada do Brasileirão Feminino
Após Mixto x Flamengo, a rodada continua na sexta-feira (13) com dois jogos às 21h. Na Arena Crefisa, em Barueri (SP), o Palmeiras recebe o América-MG, também com transmissão da TV Brasil. Ao mesmo tempo, Atlético-MG e Corinthians duelam na Arena MRV, em Belo Horizonte.
A sequência segue no sábado (14) com três partidas: Fluminense x Vitória, às 15h no Estádio Luso-Brasileiro; Botafogo x Juventude, às 16h no Nilton Santos; e Bahia x Cruzeiro, às 18h em Pituaçu. No domingo (15), Red Bull Bragantino enfrenta a Ferroviária às 17h, no Centro de Performance & Desenvolvimento, em Atibaia (SP). A rodada se encerra na segunda (16) com dois duelos noturnos: Santos x Grêmio, às 19h na Vila Belmiro, e Internacional x São Paulo, às 20h no Sesc Protásio Alves, em Porto Alegre.
Corinthians, Palmeiras e Cruzeiro chegam fortes ao Brasileirão Feminino 2026
Hexacampeão e maior vencedor do torneio, o Corinthians estreia contra o Atlético-MG carregando o histórico de ter participado das últimas nove finais, nas quais obteve aproveitamento de 81,7% dos pontos disputados. Para 2026, o elenco ganhou o retorno da volante Ana Vitória, ex-Atlético de Madrid, e a chegada da atacante uruguaia Belén Aquino, que defendeu o Internacional na temporada passada. As duas já figuraram como titulares na Copa das Campeãs da Fifa e na Supercopa do Brasil, competições em que o clube terminou como vice.
O Palmeiras, campeão da Copa do Brasil e da Supercopa de 2025, medirá forças com o América-MG logo de início. Nas decisões diretas contra o Corinthians, o Alviverde levou a melhor em três das quatro finais recentes – as edições de 2024 e 2025 do Campeonato Paulista e a Supercopa nacional do último sábado (7). Para tentar transformar a boa fase em título brasileiro, o clube garantiu o retorno da atacante Bia Zaneratto, contratação de maior impacto após a saída de Amanda Gutierres.
Vice-campeão brasileiro em 2025, o Cruzeiro manteve a base que levou o time à Libertadores Feminina deste ano e contratou 11 jogadoras para reforçar o elenco. O investimento previsto é de R$ 16 milhões, 6,67% superior ao aplicado na temporada anterior. Entre as chegadas, destaca-se a zagueira Tainara, ex-Bayern de Munique, que ocupa a vaga deixada por Isa Haas, negociada com o América do México.
Transmissão da TV Brasil potencializa visibilidade do Brasileirão Feminino
A exibição de jogos em TV aberta amplia o alcance do campeonato e fortalece o elo com torcedores de todas as regiões. A emissora pública confirmou a transmissão ao vivo das duas primeiras partidas – Mixto x Flamengo e Palmeiras x América-MG – reforçando o compromisso de acompanhar o torneio desde o pontapé inicial. Essa exposição em sinal aberto tende a atrair novos públicos e valorizar as atletas, além de estimular patrocínios e projetos de base.
Com a largada dada nesta quinta-feira em Cuiabá, o Brasileirão Feminino 2026 reúne um mix de tradicionais forças nacionais e estreantes ambiciosos. A próxima data-chave no calendário é sexta-feira (13), quando Palmeiras, América-MG, Atlético-MG e Corinthians entram em campo para dar sequência à primeira rodada.

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe.
Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.
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