Piores Comerciais do Super Bowl 2026: ranking completo dos cinco anúncios que não convenceram o público

Piores Comerciais do Super Bowl 2026: ranking completo dos cinco anúncios que não convenceram o público

Os piores comerciais do Super Bowl 2026 já foram identificados antes mesmo de a bola oval voar no estádio. A análise considera os anúncios antecipados para o intervalo da partida de 8 de fevereiro, quando Seattle Seahawks e New England Patriots se reencontram na tela da NBC. Apesar de orçamentos milionários e celebridades reconhecidas mundialmente, cinco campanhas receberam destaque negativo por não alcançarem o efeito desejado junto ao público nem cumprir as expectativas de criatividade normalmente associadas ao maior evento televisivo dos Estados Unidos.

Índice

Por que avaliar os piores comerciais do Super Bowl 2026

A pausa comercial do Super Bowl há décadas funciona como uma vitrine para a indústria da publicidade. O alto custo de inserção – frequentemente ultrapassando a marca de sete milhões de dólares por 30 segundos – gera grande cobrança sobre as marcas envolvidas. Quando um comercial não gera engajamento positivo, a recepção desfavorável ganha repercussão proporcional ao investimento. Elaborar um ranking dos piores comerciais do Super Bowl 2026 ajuda a entender como determinados conceitos, roteiros ou escolhas estéticas podem falhar, apesar do acesso a recursos técnicos avançados e a nomes populares do entretenimento.

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Piores comerciais do Super Bowl 2026: a lista completa

O levantamento apresenta, em ordem decrescente, os cinco anúncios considerados menos eficazes de acordo com a repercussão inicial e a clareza da proposta criativa. Cada item detalha o enredo do vídeo, os talentos envolvidos e os fatores que contribuíram para a avaliação negativa.

Ritz desperdiça o talento de Bowen Yang, Jon Hamm e Scarlett Johansson

O quinto lugar entre os piores comerciais do Super Bowl 2026 coube à tradicional marca de biscoitos Ritz. A peça publicitária leva o espectador a uma ilha fictícia, “Ritz Island”, e conta com três nomes bem conhecidos do cinema e da televisão:

Bowen Yang – humorista que integrou o elenco do programa “Saturday Night Live” por sete temporadas consecutivas e ficou marcado por personagens satíricos que abordam cultura pop;

Jon Hamm – premiado ator principal da série “Mad Men” e presença constante em participações cômicas em talk shows e esquetes televisivos;

Scarlett Johansson – estrela de sucessos do Universo Cinematográfico Marvel, indicada a prêmios de atuação dramática e com histórico de participações em blockbusters.

Mesmo reunindo três artistas reconhecidos pela versatilidade, o roteiro se limita a interações brandas, sem criar o tom ácido que o conceito da campanha prometia. A falta de “sal” metafórico contrasta com o nome do produto e torna a execução morna. O resultado lembra esquetes que, em programas de variedades, não avançam para a transmissão ao vivo por precisarem de ajustes adicionais.

Manscaped aposta em humor grotesco e compromete o apetite do espectador

No quarto lugar aparece a Manscaped, empresa voltada a produtos de higiene masculina. O comercial exibe montes de pelos personificados que cantam em coro enquanto o público, presumidamente, celebra o jogo degustando aperitivos tradicionais – como frango empanado ou chili. A imagem de tufos de cabelo antropomorfizados, associada a olhos saltados e movimentos coreografados, pretende criar humor pelo absurdo. Entretanto, o timing da exibição – em pleno intervalo gastronômico – intensifica o sentimento de repulsa, afastando o espectador da mesa e do anúncio. A peça alonga uma piada visual simples, tornando-a repetitiva ao invés de surpreendente.

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Imagem: Internet

Google Gemini usa voz infantil para suavizar debate sobre inteligência artificial

A terceira posição do ranking contempla o Google Gemini, plataforma de inteligência artificial da gigante de tecnologia. O filme apresenta uma narração infantil que descreve benefícios do uso de IA, buscando provocar ternura e conexão emocional imediata. A estratégia desperta questionamentos por tentar associar avanços tecnológicos complexos a uma visão ingênua, silenciando controvérsias sobre consumo de energia, privacidade e impacto ambiental. Em um ano que já recebeu outros anúncios favoráveis à IA, a escolha de um tom “fofo” foi interpretada como tentativa de contornar críticas sérias, o que gerou recepção fria entre internautas preocupados com as consequências do desenvolvimento acelerado dessa tecnologia.

Fanatics Sportsbook convida Kendall Jenner para piada sobre riqueza e apostas

O segundo lugar entre os piores comerciais do Super Bowl 2026 envolve a plataforma de apostas Fanatics Sportsbook e a modelo e empresária Kendall Jenner. A campanha explora a ideia de que a família Kardashian-Jenner teria responsabilidade por uma suposta “maldição” em eventos esportivos – brincadeira que já circulava nas redes sociais. No roteiro, a celebridade sugere que parte de seu patrimônio bilionário se origina de apostas bem-sucedidas, insinuando vantagem sobre torcedores comuns. A abordagem, ainda que pretendesse ser satírica, recebeu críticas por soar insensível diante do risco financeiro inerente às apostas esportivas, sobretudo para consumidores de renda média.

SVEDKA recorre inteiramente à IA e encabeça o ranking negativo

A liderança isolada dos piores comerciais do Super Bowl 2026 pertence à marca de vodka SVEDKA. O vídeo apresenta animação produzida integralmente por inteligência artificial, com robôs dançando e cenários hiperativos. Ao escolher a IA não apenas como ferramenta, mas como conceito central, o material resultou em estética uniforme e pouco memorável. A ausência de um toque autoral ou de narrativa humana torna difícil estabelecer identificação com o público. Em vez de reforçar a percepção de modernidade, a opção evidenciou limitações criativas quando se delega todo o processo a algoritmos. Questionamentos sobre originalidade e possíveis semelhanças com personagens de outras obras, como androides de filmes de ficção científica, também surgiram.

Contexto de carreira e relevância das celebridades envolvidas

Além dos pontos específicos de cada campanha, vale registrar a trajetória das figuras de destaque presentes nos anúncios. Bowen Yang ganhou repercussão nacional no “Saturday Night Live”, sendo indicado ao Emmy de melhor ator coadjuvante em série de comédia. Jon Hamm, por sua vez, levou o Emmy de melhor ator em drama por “Mad Men” e costuma participar de quadros humorísticos em premiações. Scarlett Johansson detém indicações ao Oscar tanto na categoria drama quanto comédia, reforçando versatilidade em diferentes gêneros. Kendall Jenner integra uma das famílias mais midiáticas do mundo, com presença constante em programas de TV e forte atuação no mercado de moda. Essas credenciais explicam a aposta das marcas em rostos familiares para potencializar alcance, mas o histórico positivo dos artistas não foi suficiente para reverter fraquezas dos roteiros.

Impacto dos anúncios na percepção do público e das marcas

Quando um comercial falha durante o Super Bowl, o comentário negativo reverbera rapidamente nas redes sociais, atingindo a reputação das empresas e, por consequência, suas ações de marketing futuras. Em 2026, a discussão sobre inteligência artificial, responsabilidade social e adequação de humor destacou-se como eixo central das críticas. Marcas que ignoraram o contexto cultural, ou subestimaram a sensibilidade do público, arcaram com avaliações desfavoráveis. O caso da SVEDKA evidencia o perigo de apostar em soluções tecnológicas sem fundamentação narrativa, enquanto Manscaped ilustra o risco de apelar ao grotesco em momento festivo dominado pela gastronomia. Já Fanatics Sportsbook expôs the tension between celebrity endorsement and ethical concerns in betting.

O que esperar do intervalo comercial durante Seahawks x Patriots

A lista de anúncios que não convenceram serve de alerta para as demais marcas que exibirão conteúdo inédito em 8 de fevereiro, durante a partida entre Seattle Seahawks e New England Patriots. Com a repercussão dos cinco casos analisados, torna-se provável que criativos e executivos revisem abordagens de última hora para evitar tropeços semelhantes. O público, ciente dos deslizes, observará com atenção redobrada como cada empresa equilibra entretenimento, mensagem e responsabilidade social nos próximos 30 segundos mais caros da televisão mundial.

OrganizaSimples

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe. Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.

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