Ranking definitivo das séries do Arrowverse: entenda qual produção ficou no topo e por quê

Palavra-chave principal: séries do Arrowverse

As séries do Arrowverse marcaram a TV na última década ao unir diferentes heróis da DC em quase 700 episódios, exibidos entre 2012 e 2023. A seguir, veja como cada produção se posiciona quando comparadas entre si, da menos impactante à campeã de popularidade e longevidade.

Índice

Como o Arrowverse nasceu e se expandiu

O universo compartilhado começou em 10 de outubro de 2012, quando “Arrow” estreou na The CW. A proposta original era simples: contar aventuras de Oliver Queen sem superpoderes, apostando em realismo e cenas de luta bem coreografadas. No entanto, a introdução do Flash na segunda temporada mudou o jogo e abriu portas para que novas séries surgissem.

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De 2012 a 2023, o Arrowverse totalizou oito temporadas de “Arrow”, nove de “The Flash” e cinco derivadas, além de diversos eventos crossover como “Elseworlds” e o ambicioso “Crisis on Infinite Earths”. Nesse período, personagens clássicos e secundários encontraram espaço, consolidando a rede de programas como o maior projeto seriado de super-heróis já exibido em TV aberta norte-americana.

Metodologia para classificar as séries do Arrowverse

O ranking abaixo leva em conta duração, participação em crossovers, consistência criativa e impacto dentro da própria franquia. A lista segue da sexta à primeira posição, destacando pontos fortes, limitações e o que cada atração trouxe de único ao universo compartilhado.

6º lugar: Batwoman — quando Gotham chega tarde demais ao universo

A insistência para finalmente explorar Gotham City rendeu “Batwoman”, lançada após a aparição de Kate Kane em “Elseworlds”. Ruby Rose encarnou a vigilante na primeira temporada, que ainda se conectou ao clímax de “Crisis on Infinite Earths”. Entretanto, bastidores turbulentos provocaram a saída da atriz e a entrada de Javicia Leslie como Ryan Wilder na segunda e na terceira temporadas. A produção recorreu a uma solução narrativa de cirurgia plástica para trazer Kate de volta, agora vivida por Wallis Day, mas o enredo já havia seguido em outra direção.

Com apenas três temporadas e cancelamento precoce, “Batwoman” não teve tempo de amadurecer. Ainda assim, apresenta momentos divertidos e mostra como mesmo os cantos menos explorados do Arrowverse podem render boas histórias quando existe vontade de inovar.

5º lugar: Black Lightning — o herói que quase ficou fora das séries do Arrowverse

“Black Lightning” surge com a premissa intrigante de Jefferson Pierce, diretor escolar aposentado como super-herói que volta à ativa. A dinâmica familiar entre Jefferson e as filhas Anissa e Jennifer, ambas com poderes, garante episódios cheios de tensão doméstica. O vilão Tobias Whale, interpretado por Marvin “Krondon” White III, oferece antagonismo à altura.

O problema é que a atração passou duas temporadas sem qualquer ligação direta com os demais programas. Somente na terceira temporada, durante “Crisis on Infinite Earths”, entrou de vez na continuidade compartilhada. Mesmo na quarta e última temporada, a interação continuou tímida. A própria The CW revelou que o projeto fora concebido para existir isolado, e a integração posterior foi mais circunstancial do que planejada.

4º lugar: Supergirl — de série solo na CBS a peça fundamental das séries do Arrowverse

Lançada originalmente pela CBS, “Supergirl” cruzou caminhos com Barry Allen ainda no primeiro ano, no episódio “World’s Finest”. Essa pequena ponte facilitou a mudança para a The CW já na segunda temporada. Na trama, Kara Danvers atua em um universo onde o Superman de Tyler Hoechlin é veterano e o público não se surpreende ao ver kryptonianos salvando o dia.

Até a metade da quinta temporada, a série permanecia em uma Terra paralela. Depois de “Crisis on Infinite Earths”, contudo, tudo foi unificado ao mesmo planeta das demais produções. Ao longo de seis temporadas, “Supergirl” explorou mitologia própria e ainda serviu de trampolim para “Superman & Lois”, este fora do Arrowverse apesar de compartilhar elenco.

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Imagem: Internet

3º lugar: DC’s Legends of Tomorrow — humor meta, viagens no tempo e elenco rotativo

Quem procurava uma produção que abraçasse a estética dos quadrinhos sem pudor encontrou em “DC’s Legends of Tomorrow” o melhor exemplo. A série reúne coadjuvantes queridos em uma nave temporal chamada Waverider, inicialmente liderada por Rip Hunter, intérprete de Arthur Darvill, conhecido de “Doctor Who”.

Após uma primeira temporada mais séria, o seriado adotou tom cômico e passou a misturar figuras improváveis, como Sara Lance (Caity Lotz), John Constantine (Matt Ryan), Mick Rory (Dominic Purcell) e Ray Palmer (Brandon Routh). A ousadia garante histórias que vão do western a realidades alternativas, mas o programa levou um ano para encontrar voz própria e apresentou perda de fôlego na sétima e última temporada.

2º lugar: Arrow — a fundação de todas as séries do Arrowverse

Responsável por dar nome à franquia, “Arrow” criou a fórmula: herói urbano sem poderes, tom sombrio e flashbacks paralelos revelando origem. Stephen Amell lidera o elenco como Oliver Queen, ao lado de David Ramsey (John Diggle), Emily Bett Rickards (Felicity Smoak) e John Barrowman (Malcolm Merlyn). A química entre os atores e as lutas coreografadas estabeleceram padrão de qualidade que as produções seguintes buscaram replicar ou ampliar.

Mesmo que nada tivesse sido derivado, suas oito temporadas já assegurariam posição de destaque no gênero. Somou, porém, cinco spin-offs diretos ou indiretos e trouxe a primeira aparição de Barry Allen antes da série solo dele. Apesar do legado, outra atração conseguiu ultrapassar o Arqueiro Verde em popularidade e longevidade dentro do mesmo universo.

1º lugar: The Flash — o velocista escarlate que acelerou o Arrowverse

Inserir Barry Allen em “Arrow” foi um teste ousado. O personagem apareceu como perito forense em dois episódios da segunda temporada, recebendo poderes fora de cena. A aposta deu tão certo que “The Flash” chegou à grade em 2014 e se manteve por nove temporadas, encerrando o Arrowverse em 2023.

Além de impulsionar conceitos fantásticos que já não cabiam no realismo de Star City, a série protagonizada por Grant Gustin expandiu o universo para múltiplas Terras paralelas, vilões velocistas e linhas do tempo divergentes. O impacto ultrapassou as fronteiras televisivas: o Flash de Ezra Miller, então associado ao cinema da DC, fez participação especial no crossover “Crisis on Infinite Earths”, validando a força cultural da versão de Gustin.

Com a maior duração entre todas as séries e influência direta na ampliação do universo compartilhado, “The Flash” garantiu status de produção mais significativa do Arrowverse.

Qual é o próximo passo após o fim das séries do Arrowverse?

A nona temporada de “The Flash”, exibida em 2023, encerrou oficialmente o projeto iniciado onze anos antes com “Arrow”. Até o momento, não há indicação de novos episódios ou produções ligadas a este mesmo universo televisivo.

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OrganizaSimples

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe. Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.

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