“The Voice 28” inicia os Playoffs: decisões dos técnicos, oito shows e agora a escolha passa ao público

O primeiro capítulo dos Playoffs da 28ª temporada de “The Voice”, exibido nesta segunda-feira, redefiniu o tabuleiro da competição. O formato do episódio transferiu, pela primeira vez na temporada, parte do poder de decisão para a audiência, mas manteve nas mãos dos treinadores a escolha inicial de dois nomes garantidos na grande final ao vivo. Ao fim da noite, Jazz McKenzie e Aubrey Nicole avançaram por indicação direta de Michael Bublé e Reba McEntire, enquanto outros seis concorrentes agora dependem exclusivamente da votação dos telespectadores para ocupar as duas vagas restantes.
- Como o episódio foi estruturado
- Quem, onde, quando e por quê
- Team Bublé: destaque para versatilidade vocal e controle de palco
- Team Reba: surpresas estratégicas e performances equilibradas
- Decisões dos técnicos e cenário para a votação do público
- Fatores que podem influenciar o resultado
- Próximos passos no cronograma
Como o episódio foi estruturado
A etapa dos Playoffs reuniu novamente os quatro integrantes de cada um dos dois times envolvidos na noite — Team Bublé e Team Reba. Cada artista apresentou uma canção solo, buscando convencer tanto o próprio mentor quanto o público de que merece chegar à final. Depois das oito performances, aconteceu o momento de definição: Bublé e Reba tiveram de apontar, individualmente, um representante de sua equipe para seguir adiante. Os competidores que não receberam o aval direto dos treinadores formaram, então, uma lista sujeita ao voto popular, que definirá os dois últimos finalistas.
Quem, onde, quando e por quê
• Quem esteve no palco: Jazz McKenzie, Max Chambers, Rob Cole e Trinity pelo Team Bublé; Aubrey Nicole, Ryan Mitchell, Aaron Nichols e Peyton Kyle pelo Team Reba.
• O que estava em jogo: duas vagas asseguradas na final e duas vagas sujeitas à votação dos fãs.
• Quando e onde: episódio transmitido na noite de segunda-feira em estúdio da NBC, nos Estados Unidos, com repercussão imediata nas redes sociais.
• Como: performances individuais de clássicos do rock, soul, country e pop em arranjos pensados para destacar a identidade vocal de cada participante.
• Por que importa: trata-se da primeira influência direta do público nesta temporada, capaz de alterar o resultado previsto pelos treinadores.
Team Bublé: destaque para versatilidade vocal e controle de palco
Jazz McKenzie – escolha do treinador
A cantora, apontada por Michael Bublé como a “diva revelação” de sua equipe, apresentou “Don’t Stop Believin’”, do Journey, em uma construção de três atos. Iniciou de forma contida e emotiva, avançou para um trecho de groove suave e finalizou em clima de rock pleno, incorporando ainda elementos de gospel nos últimos compassos. Pequenas imperfeições, atribuídas a uma leve rouquidão, transformaram-se em textura dramática, valorizando o timbre. O resultado convenceu Bublé de que ela representa a combinação de amplitude, alma e profundidade que ele procura para tentar seu terceiro título como técnico.
Max Chambers – candidato ao voto popular
Com apenas 14 anos, Max voltou a comprovar maturidade artística impressionante ao interpretar “A Change Is Gonna Come”, de Sam Cooke. Ele trabalhou dinâmica, alternando intensidade e suavidade, e exibiu controle total nas notas mais altas. A postura segura lembrou um pregador controlando a atenção de uma plateia, metáfora usada pelo técnico para elogiar o participante durante a análise do número. Mesmo não sendo o escolhido direto, Max emergiu como forte favorito a uma das vagas restantes graças ao alcance vocal e ao carisma demonstrados ao longo da temporada.
Rob Cole – candidato ao voto popular
O artista, que já retornara à competição como “comeback”, buscou inspiração na paternidade para cantar “I Hope You Dance”, de Lee Ann Womack. A decisão de manter o arranjo simples realçou a clareza de sua voz e criou um clima íntimo, remetendo a uma serenata familiar. A estratégia, no entanto, pode ser vista como conservadora num momento em que risco e originalidade frequentemente impactam a preferência do público.
Trinity – candidata ao voto popular
Desta vez, Trinity escolheu “Barracuda”, do Heart, e subiu ao palco com visual roqueiro completo, incluindo botas plataforma. A potência vocal apareceu em notas agudas prolongadas, mas a movimentação hesitante indicou certo desconforto em assumir o centro da ação. Ainda assim, o último refrão, entregue com firmeza, deixou impressão positiva que a coloca na disputa direta com Rob e Max pela simpatia dos telespectadores.
Team Reba: surpresas estratégicas e performances equilibradas
Aubrey Nicole – escolha da treinadora
A opção de Reba McEntire pegou parte do público de surpresa. Aubrey apresentou “Black Velvet”, de Alannah Myles, apostando em um registro aveludado e em um clima de sensualidade comedido. O resultado expôs uma faceta menos explorada da competidora, que tradicionalmente se destaca pelo teor emocional. Para a técnica, a capacidade de transmitir sentimento justifica a aposta direta na cantora como possível vencedora.

Imagem: Internet
Ryan Mitchell – candidato ao voto popular
Primeiro concorrente recuperado por meio do recurso de “Callback”, Ryan reafirmou sua pegada contemporânea ao interpretar “Undressed”, do Sombr. A performance combinou energia de rock alternativo dos anos 1990 com arranjos modernos, tornando-o um dos nomes mais atuais do elenco. A presença de palco vibrante e os agudos seguros chamaram atenção dos treinadores, inclusive de Bublé, que demonstrou surpresa com o alcance exibido.
Aaron Nichols – candidato ao voto popular
Responsável pelo momento mais “country raiz” da noite, Aaron escolheu “Beer Never Broke My Heart”. Visual, timbre e atitude evocaram imediatamente a figura do cantor sertanejo norte-americano tradicional. Ao priorizar diversão e descontração, o competidor entregou algo que se assemelha a um show pronto para festivais do gênero. A solidez pode atrair fãs do estilo, mas o excesso de segurança pode fazê-lo parecer menos inovador se comparado aos rivais.
Peyton Kyle – candidato ao voto popular
Em busca de variedade, Peyton arriscou “Hold Back the River”, de James Bay, composição que cresce gradativamente. Ele começou com contornos delicados e, à medida que a música avançou, alternou passagens introspectivas com explosões vocais planejadas. Essa combinação de sensibilidade e impacto serviu para reforçar a imagem de “camaleão” musical mencionada por sua mentora.
Decisões dos técnicos e cenário para a votação do público
Ao final das apresentações, Michael Bublé confirmou Jazz McKenzie como sua representante automática na grande final. Reba McEntire, por sua vez, garantiu a presença de Aubrey Nicole. Com isso, Max Chambers, Rob Cole e Trinity pelo Team Bublé, além de Ryan Mitchell, Aaron Nichols e Peyton Kyle pelo Team Reba, competem agora entre si por duas vagas. Este é o primeiro momento em que o resultado escapa completamente do controle dos técnicos, transferindo a responsabilidade à audiência.
Fatores que podem influenciar o resultado
• Diversidade de estilos: os seis nomes restantes abrangem soul, rock clássico, pop alternativo e country, garantindo segmentação do voto por preferência musical.
• Histórico na temporada: competidores que já exibiram crescimento consistente, como Max e Ryan, tendem a capitalizar a memória afetiva do público.
• Elementos de surpresa: apostas menos previsíveis — caso de Peyton, ao trocar repertório — costumam gerar interesse adicional em fases decisivas.
• Apego aos arquétipos: Aaron representa a essência country tradicional e pode agregar votos do nicho, assim como Trinity fala diretamente com fãs de rock poderoso.
Próximos passos no cronograma
Com as apresentações dos Playoffs concluídas, a produção aguarda o encerramento da janela de votação para anunciar quais dois artistas completam o grupo de quatro finalistas. Na sequência, haverá ensaios intensivos para as performances ao vivo, nas quais o público continuará exercendo papel central até a coroação do campeão ou campeã da 28ª temporada.

Olá! Meu nome é Zaira Silva e sou apaixonada por tornar a vida mais leve, prática e organizada — especialmente depois que me tornei mãe.
Criei o Organiza Simples como um cantinho acolhedor para compartilhar tudo o que aprendi (e continuo aprendendo!) sobre organização da casa, da rotina e da mente, sem fórmulas impossíveis ou metas inalcançáveis.

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